Monthly Archives: Julho 2014

“Mas os extremistas são minoria…” IDAÍ CARAMBA!

Existe um pacifismo meus caros, que não está baseado na paz, ou na concepção de humanidade e solidariedade, este está apoiado na omissão ou até mesmo na complacência com os maus, e disso que queria falar hoje, e quem sabe abrir um novo horizonte para alguns, que são vitimados por discursinho fúteis, e até mesmo ridículos.

106Algo me fez refletir com toda atenção que poderia dedicar na ultima semana, foi um email enviado a mim, por uma leitora de meu blog, ao ler meu ultimo artigo “Israel está certo em sua ofensiva militar?” (leia aqui), ela diz ter se sentido: “incomodada” por minha forma “quase que violenta” de defender Israel, e ela me questiona se: “a maioria dos islâmicos não seria pacíficos e se eles merecem passar pelo ‘massacre’ Israelense”. Com dados e uma breve reflexão gostaria de responde-la.

109Bom o questionamento que gera por de trás destes discursos é o seguinte: “os extremistas islâmicos não seriam a minoria?” Bom vamos lá, as estimativas aproximadas seria que hoje no mundo existam cerca de 1.2 bilhões de muçulmanos, e que existam por volta de 15% a 25% de extremistas entre grupos como Hamas, e Jihad, sem contas exatas, (até porque sou horrível com exatas) cerca de 180 milhões a 300 milhões de muçulmanos são extremistas, ou seja, matam, matam simplesmente por você não ser muçulmano, matam até, por que alguns dos próprios muçulmanos discordam deles; eles próprios se matam, estes extremistas, treinam crianças apartir dos 5 anos com armamentos, forçando aos jovens se tornarem terrorista, e cai entre nós 180 milhões é praticamente a população brasileira, ou seja, a minoria já não é mais

tão minoria assim, se for 300 milhões então. Estes extremistas matam sem dó; não é difícil acharmos na internet vídeos de decapitações, ou mutilações de todos os níveis, estes muçulmanos, impõe sua religião a preço de morte, e o discurso que se instaura é que eles são a minoria? No mínimo é um discurso sem o menor bom senso.

Deixe eu te falar uma coisinha, estes radicais, invadiram um país com dois aviões comerciais e jogaram contra dois prédios super-populosos, e o pentágono, e precisaram apenas de 19 terroristas para isso, a minoria fez com que 3 mil americanos morressem naquele dia, me questiono se a maioria pacífica fez alguma diferença naquele momento, sim, a maioria é pacifica, mas a maioria se acovarda, ou simplesmente são amedrontadas, do que vele a analogia da minoria extremista e a maioria pacífica? E deixe me recordar alguns aspectos históricos, na Alemanha é obvio que a maioria não compactuava com a ideia nazista, mas isso não fez com que Hitler parasse, ao contrário 60 milhões de cadáveres foram deixados para adubar a terra, e 14 56milhões eram Judeus. Com toda certeza a maioria da extinta URSS não era a favor da supressão maligna de seu governo comunista, mas isto não impediu dela deixar mais de 20 milhões de mortos espalhados pelo mundo, obviamente nem 1% dos Chineses eram a favor do governo comunista, mas isso não impediu dele deixar 65 milhões de mortos, nem o Vietnã com 1 milhão de mortos, Coria do Norte com 2 milhões de mortos, Camboja, 2 milhões, e veja, estes dados são de 1999 (Courtois, 1999) ou seja, deve haver muito mais mortos depois disso pelas ditas “minorias”.

Mas agora permita-me centrar no islamismo e no conflito entre Israel e Palestina, e mais especificamente no Hamas, não estou aqui para defender Israel, primeiramente porque não me interessa, como filosofo, e apologista católico meu único compromisso é com a verdade e não com etnia ou país algum, quero também que o quanto antes acabe estes conflitos, vida nenhuma merece ser dizimada, seja Palestina ou Israelense. O único enfoque no meu ultimo artigo foi que Israel tem o direito de se defender, e que este grupo Hamas a anos e mais anos, fazem atentados terroristas em solo Israelense, deixando milhares de mortos, e espalhando terror. Não apoio exageros de nenhum lado, seja de Israel ou do Hamas, afinal o valor da vida é inestimável, mas veja, o que a mídia esta pintando é que a matança esta sendo realizado pelos Israelenses, somente por pura vontade de

População sendo usada como escudo humano

População sendo usada como escudo humano

matar, e isso não é verdade, os terroristas estão usando as populações como escudo humano, para proteção de armas bélicas, e para comoção mundial, como uma ação conjunta contra Israel, agora eu questiono, quem mata primeiro, que propositalmente coloca uma população inteira na mira de misseis ou quem aperta o gatilho? No mínimo a culpa é dos dois, mas não é o que se houve na mídia brasileira, que apoia os terroristas, se protegem os lança misseis com crianças de 4, 5 anos, pois ao ver as crianças os caças Israelenses são forçados a recuar para não mata-los, agora me diga, devemos ou não nos preocupar com a minoria? Afinal a minoria é tão boa né?

O pacifismo de omissão, é demoníaco, não estou falando para fazer guerra, mas obviamente que se esta dita “minoria” que já causa e causou tanto estrago107 na história mundial continuar ganhando campo, e pessoas para seus exércitos
, daqui um tempo, vamos chorar sangue. Só para constar; você que tem dó de terrorista, a cada 11 minutos morre um cristão por não negar sua fé, geralmente pelas mãos dos islâmicos, e você morreria por Cristo? Acha justo alguém morrer simplesmente por não acreditar em Maomé? Pois é, antes de questionar-me, sobre justiça e minoria, vale antes, estudar a história mundial.

 

Autor: Pedro Henrique Alves

 

Referencias:

COURTOIS, Stéphane et al. O livro negro do comunismo Bertrand Brasil, 1999.

Israel está certo em sua ofensiva militar?

104Estamos assistindo nas ultimas semanas, o clima esquentando cada vez mais entre a Palestina e o Estado de Israel, mas qual posição devemos tomar diante disso? Isso eu eu pretendo responder, dando minha modesta opinião. A ONU na década de 40 resolveu então doar aos Judeus um território, e desde então as coisas não são nada pacíficas por lá. Israel é um Estado instituído pela ONU, ou seja, ao que parece esta em seu direito de se defender, alias, este é o assunto real que eu quero abordar é o direito real de exercer este ataque, ou seria antes, uma defesa? Bem, antes de mais nada, podemos afirmar com toda a certeza que o povo mais humilhado e massacrado de toda a história, junto aos negros escravos, foram os judeus, creio que as Organizações Nações Unidas cederam este direito de que este povo tivessem seu próprio território, não tão por uma diplomacia, ou até mesmo uma cortesia qualquer, e sim pelo peso na consciência pelo o acontecido principalmente na segunda grande guerra.

101A aproximadamente um mês estamos assistindo ofensiva israelense, na faixa de Gaza, que é controlada por Palestinos extremistas do Hamas, os israelenses a anos, sofrem atentados terroristas deste grupo, que já deixaram milhares de mortos, este grupo são totalmente hostis a qualquer outra religião que não a islâmica, inclusive a Cristã, não é difícil, achar vídeos de decapitações, mutilações a todo gosto por estes terroristas, os mosteiros e Igrejas Cristãs na Palestina convivem com medo e sob o julgo islâmico, há noticias que as casas Cristãs por exemplo, são marcadas com a Letra “N” em Israel, por terroristas ligados ao Hamas, para futuro ataques. (fonte: Gospel prime)

Me coloco na posição de chefe de Estado de Israel, vivendo com constantes ameaças, que não são como a Coreia do Norte, que fica balbuciando ameaças vazias, mas o Hamas não só ameaça como faz, eles lançam misseis em direção a cidades altamente, povoadas de Israel, que por competência possui ótimos sistemas de defesas contra misseis, o que eu quero dizer, é que não se trata de um ofensiva militar injustificada, até me questiono como não ocorreu antes. Não se pode conviver com uma ameaça dessas e dormir em paz. A grande mídia ao invés de mostrar as atrocidades cometidas por estes terroristas a décadas, mostrando seus atos que ultrapassam a barbárie hitlerista, apenas 103mostram as cidades Palestinas sendo destruídas, não que isso não seja lastimável, não estou aqui para defender a guerra, eu sou contra qualquer tipo de violência, mas temos de concordar que o direito de auto-defesa é sagrado, não pode se assistir um massacre em massa e ficar calado, ainda mais, quando o massacre é feito por motivos tão fúteis e contra seu povo. O exercito israelense, antes de atacar os alvos Palestino, eles jogam panfletos e avisam de outras formas, que aquele local será atacado, e o que o Hamas faz? Nada, ele manda que todos fiquem em suas residências, proíbe qualquer tipo de fuga, que se constatada, a pena é a morte, ou seja, a própria população se torna o escudo, dos chefões do Hamas, que diga-se de passagem, nestas horas está muito bem abrigado e escondido, enquanto em Israel, acontece o oposto, as defesas do estado se colocam na frente da população para defende-la, não se trata de uma defesa argumentativa a favor de Israel, isso é fato, quem acompanha as noticias, percebe isso.

Não compactuo, com qualquer tipo de violência, tenho nojo até, mas tenho ainda mais nojo, de alguém que lhe é negada o direito de defesa, assistimos a duas semanas a queda do avião da Malaysia Airlines, ao que tudo indica, foi abatido por milícias armadas pró Rússia, e todos nós ficamos indignados com tamanha covardia, o que aconteceu com este avião, foi seu abatimento sem qualquer chances de defesas, ora, não é isso eu ocorre, quando um maluco, resolve se lotar de bombas, e estourar-se a si próprio e a terceiros em um supermercado, hospitais, avenidas movimentadas, quando Cristãos, e Judeus, são decapitados, metralhados e mutilados em frente a seus filhos, enfim, não há como negar que Israel esta exercendo seu dever de defender seu povo, é claro que há de se ter moderação, afinal as crianças e velhos Palestinos não devem pagar pela loucura, de seus ditadores, mas quem os coloca em perigo de 102morte, são os próprios extremistas do Hamas, e depois a mídia vem defender terroristas, mostrando o número de mortos, mas digo que, quem causou antes a morte dos palestinos foram os próprios palestinos do Hamas, que os condenaram antes mesmo de qualquer ataque, ao negar seu direito de fugirem das zonas de conflito eminente; (se não acreditam, assistam este vídeo, existe uma tradução feita por Reinaldo Azevedo, mas se conhece a língua inglesa, fara a tradução simultânea através do vídeo, onde o porta-voz do Hamas, admite que eles usam as pessoas como escudos humanos, veja aqui) a guerra de Israel não é contra etnia, ou religião e sim com os terroristas, ao contrario do Hamas que sua guerra é contra toda uma nação por conta de suas crenças, a mídia manipuladora como sempre foi, decide para que lado devemos torcer, como se isso fosse um espetáculo. O governo brasileiro, para variar se colocou contra Israel, mas nisso não vou me deter, só falo uma coisa, um governo, em qual a presidente é ex-guerrilheira e amigo de Fidel Castro, alguém esperava algo além desta condenação?

Eu torço para a paz, que, a Palestina e Israel sejam prósperas, sem a guerra, cada um vivendo com seu espaço e suas crenças, mas que não seja negada a ninguém o direito de defesa.

Autor: Pedro Henrique Alves

Fonte: ALVES, Pedro Henrique, “Israel está certo em sua ofensiva militar?”, acesso em: (colocar a data de acesso), <https://proecclesiacatholica.wordpress.com/2014/07/24/israel-esta-ce…ensiva-militar>

Sou apenas um fiel que quer uma missa fiel.

96A Missa, ah meus irmãos… a Santa e eterna Missa, depois de 2000 anos ela ainda continua sendo motivo de escândalo para os homens de pouca fé, e a salvação para os que creem.

E Jesus continuou: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá para sempre. E o pão que eu vou dar é a minha própria carne, para que o mundo tenha a vida.” As autoridades dos judeus começaram a discutir entre si: “Como pode esse homem dar-nos a sua carne para comer?” João 6, 51 – 52

O escândalo da santa missa, não é coisa nova, já na época de Cristo, muitos se escandalizaram com seu sentido, e hoje este escândalo esta sendo encoberto pelas missas festivas, não se faz mais missas “calvário” que é justamente o que ela é, mas se faz missas inculturadas, para que sejam saborosas, e não salvífica, ao invés de corpo e sangue de Cristo literalmente, se tornou apenas um faz de conta, onde se oferta pão de padaria com tang de uva, e não me venha com o papinho que você conhece a verdade da missa, mas não se coloca em interiorização, não respeita como sendo o verdadeiro calvário de Cristo, o corpo e o comportamente te diz e diz a todos, inclusive a Deus, qual o resp97eito que você se coloca naquele momento; não me venha com o papinho, que a missa também é festa, porque não é. A missa é sacrifício desde quando ela é missa, este é seu ÚNICO e real sentido, me desculpem, mas se vocês ou eu querer uma missa diferente não fará dela uma missa diferente, entende? Ela é divina, ela é do céu, ela é de Deus e não dos homens, é para os homens mas não dos homens.

Vejo nos meios a qual eu convivo e de pessoas do qual eu tenho contato, como a missa vem sendo alvos de atentados, verdadeiros atos de terrorismo teológico e liturgico, sacerdotes que levam palhaços para o altar, sacerdotes que dão a hóstia para fiéis consagrarem, e até levam grupos semi-nús para fazer teatros na missa, missa-balada, enfim, virou um verdadeiro bordel de heresias, uma ramificação do inferno.

Não se trata nem mesmo de liturgia bem ou mal celebrada, isso era assunto quando ainda havia uma liturgia sendo celebrada, talvez o que verdadeiramente vemos hoje é a fumaça do inferno adentrando nossas paróquias, enquanto batemos palmas e dançamos, o Diabo bate palma e dança conosco, não sei em qual ponto da história houve tamanha troca do sagrado 57pelo o que é profano, não sei em qual época colocaram a margem toda essa sujeira, mas sei que se continuarmos pasmados, olhando tudo isso acontecer, chegará uma época que Cristo será ou uma ideia remota dentro das penumbras históricas, ou será um líder sindical não é mesmo Leonardo Boff? Mas o que isso tem ligação com a missa, vocês devem estar se questionando, ora, isso tem apenas TUDO a ver com a missa, a missa é a ÚNICA garantia 100% comprovada (através de milagres) que a presença do transcendente se faz imante, é o maior tesouro da Igreja, se algum dia a missa se desvirtuar, ou cessar, a Igreja Cai (se isso for possível), o Cristianismo verdadeiro cai, se a missa cessar sua ÚNICA identidade de ser Calvário vivo do céu, presença real de Deus na terra, não há mais porque ser cristão, “é mais fácil ficarmos sem o sol do que sem a Missa” (Santo Padre Pio).

A missa é o centro, pois na Missa Jesus é o centro, a liturgia não  tem o caráter de enfeite, não se trata de um buffet da Igreja, se trata de CÉU, se trata de divino, e qual a única Igreja que tem a garantia divina de ligação direta com o 100céu? Quando vejo as taças de ouro, quando eu vejo os candelabros, os ostensórios, o incenso, isso me remonta ao céu, a visão de João no apocalipse, isso me leva a comtemplar o divino, não cabe aqui uma visão social de “riqueza” versus proletariado, cabe aqui a visão teológica, a visão beatífica, onde a sociologia não tem espaço, a liturgia não deve, e nem pode ser pobre, porque ela tem que nos elevar a cidade celeste, o paraiso (ver Apocalipse 21, 19-21) pois ela quer nos elevar as “cidade de ouro purificado, como vidro transparente” (Apocalipse 21, 21b)

“Eu lhe darei as chaves do Reino do Céu, e o que você ligar na terra será ligado no céu, e o que você desligar na terra será desligado no céu.” (Mateus 16, 19) Somente a Igreja Católica pode nos dar isso, então não roubem isto de nós.

98Se a Igreja institui um missal, e uma regra litúrgica, mesmo que para vocês meus caros sacerdotes do altíssimo, mesmo que pareçam, palha, bobeira, besteira, coisa antiga ou velharias, mesmo que achem tudo isso da liturgia (adjetivos que já ouvi de sacerdotes), sigam até suas rubricas, pois a Igreja é a única na Terra que tem autoridade divina para dizer FAÇA E NÃO FAÇA. E esta autoridade é assinada por Cristo.

Eu sei que é duro ser fiel, também eu sofro com algumas questões eclesiais mas por amor, e fé eu sigo neste barco de Cristo, onde fora dele só há perdição, não sou santo, e sinceramente estou longe disso, tenho meus defeitos e olha, não são poucos, mas não abro mão da Igreja e nem de obedece-la é difícil ser fiel Jesus sabe: Depois que ouviram essas coisas, muitos discípulos de Jesus disseram: “Esse modo de falar é duro demais. Quem pode continuar ouvindo isso?” (João 6, 60). Mas isso “escandalizam vocês? Imaginem então se vocês virem o Filho do Homem subir para o lugar onde estava antes!”( João 6,61- 62.)

Este é um pedido de um filho de Deus, apenas isso, não sou nada mais que um dentre as ovelhas de Cristo que pede fidelidade a cabeça da Igreja (colossenses 1, 18), se não querem ser católicos saiam, não fiquem com a intenção de serem desobedientes, se querem ser fieis, mesmo que ainda não sejam, Deus os acolhe, Deus os ama, mais se querem pregar um evangelho diferente, se 99querem pregar uma doutrina diferente então Paulo diz o que deve ser feito: “seja excluído” (Gálatas 1, 9b). Queremos a missa de sempre, queremos a missa bem celebrada, não queremos musicais pop, ou solos de guitarra, isso achamos no you tube,  não queremos teatro, isso achamos na televisões e teatros espalhados pelas cidades, não queremos balada isso quem quiser acha em cada esquina, nós queremos a Missa da Igreja Católica Romana. E somente isso.

Sei que nem todos estão preparados para minha opinião, mas já não estavam para a verdade da eucaristia, muitos deixaram Jesus por conta da verdade: “A partir desse momento, muitos discípulos voltaram atrás, e não andavam mais com Jesus.” (João 6, 66), mas, Jesus lhe pergunta: “Vocês também querem ir embora?” (João 6, 67). A resposta é pessoal, mas eu prefiro a resposta de São Pedro: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Agora nós acreditamos e sabemos que tu és o Santo de Deus.” (João 6, 68 – 69)

Eu estou com Roma. E Você?

 

Autor: Um Fiel.

Lista de Clérigos-cientistas Católicos e suas descobertas científicas.

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(Monsenhor Georges Lamaítre, padre
e cientista – Pai da Teoria do Big Bang)

José de Acosta (1539-1600) – missionário jesuíta e naturalista que escreveu uma das primeiras descrições detalhadas e realistas do Novo Mundo

François d’Aguilon (1567-1617) – matemático jesuíta belga, físico e arquiteto.

Alberto da Saxônia (filósofo) (c. 1320-1390) – bispo alemão conhecido por suas contribuições à lógica e à física, com Buridan ele ajudou a desenvolver a teoria que foi um precursor da moderna teoria da inércia

Alberto Magno (c. 1206-1280) – “Um dos precursores mais famosos da ciência moderna na Alta Idade Média,”. 6 padroeiro das ciências naturais. Trabalhos em física, lógica, metafísica, biologia e psicologia.

José María Algué (1856-1930) – meteorologista que inventou um barômetro para detecção de tempestades

José Antonio de Alzate y Ramírez (1737-1799) – cientista, cartógrafo, historiador, meteorologista, escreveu mais de trinta tratados sobre uma variedade de assuntos científicos

Francesco degli Castracane Antelminelli (1817-1899) – botânico que foi um dos primeiros a introduzir microfotografias para o estudo da biologia

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(Gregor Mendel, monge agostiniano e geneticista)


Giovanni Antonelli
 (1818-1872) – Diretor do Observatório Ximenian de Florença, colaborou na concepção de um protótipo de motor de combustão interna

Nicolò Arrighetti (1709-1767) – Escreveu tratados sobre a luz, calor e eletricidade.

Giuseppe Asclepi (1706-1776) – astrônomo e médico, diretor do Observatório do Collegio Romano; A cratera lunar Asclepi foi nomeada em sua homenagem.

Roger Bacon (c. 1214-1294) – contribuições significativas para a matemática e ótica; precursor do moderno método científico.

Bernardino Baldi (1533-1617) – matemático e escritor

Eugenio Barsanti (1821-1864) – possível inventor do motor de combustão interna

Bartholomeus Amicus (1562-1649) – Escreveu sobre filosofia, matemática, astronomia e o conceito de vácuo e sua relação com Deus.

Daniello Bartoli (1608-1685) – Bartoli e companheiro o astrônomo jesuíta Niccolò Zucchi são creditados como tendo provavelmente sido os primeiros a ver o cinto equatorial do planeta Júpiter

Joseph Bayma (1816-1892) – conhecido por seu trabalho na estereoquímica e matemática

Giacopo Belgrado (1704-1789) – Trabalhos experimentais em física, professor de matemática e física

Mario Bettinus (1582-1657) – filósofo jesuíta, matemático e astrônomo; a cratera lunar Bettinus leva seu nome

Giuseppe Biancani (1566-1624) – astrônomo jesuíta, matemático e selenógrafo; responsável pela nomeação da cratera lunar Blancanus

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   Pierre Gassendi

Jacques de Billy (1602-1679) – produziu uma série de resultados em teoria dos números os quais foram nomeados em sua homenagem, publicou diversas tabelas astronômicas; responsável pela nomeação da cratera nular Billy.

Paolo Boccone (1633-1704) – botânico de Cister, que contribuiu para os campos da medicina e toxicologia

Bernard Bolzano (1781-1848) – Matemático e logicista; outros interesses incluíram o estudo de metafísica, idéias, sensações e a verdade.

Anselmus de Boodt (1550-1632) – Um dos fundadores da mineralogia

Teodorico Borgognoni (1205-1298) – Cirurgião Medieval que fez contribuições importantes para a prática de anti-sépticos e anestésicos

Christopher Borrus (1583-1632) – Matemático e astrônomo, que fez observações sobre a variação magnética da bússola

Ruđer Bošković (1711-1787) – Muitas vezes creditado como o pai da teoria atômica moderna, “Uma das grandes figuras intelectuais de todas as idades”; polímata, “o maior gênio que a Jugoslávia já produziu”, escreveu muitos importantes tratados científicos; “desenvolveu o primeiro método geométrico para calcular a órbita de um planeta com base em três observações de sua posição.” 7

Joachim Bouvet (1656-1730) – Jesuítas sinólogo e cartógrafo que desenvolveu o seu trabalho na China


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(Willian de Ockham,  frade franciscano.
folósofo, lógico e teólogo escolástico inglês)

Michal Boym (c. 1612-1659) – Um dos primeiros ocidentais a viajar dentro do continente chinês e autor de numerosas obras sobre a fauna asiática, flora e geografia.

Thomas Bradwardine (c. 1290-1349) – matemático que contribuiu para o teorema de velocidade média, um dos Calculistas de Oxford

Henri Breuil (1877-1961) – arqueólogo, etnólogo, antropólogo e geólogo.

Jan Brozek (1585-1652) – polímata polonês, matemático, astrônomo e médico, o mais proeminente matemático polonês do século 17

Louis-Ovide Brunet (1826-1876) – Um dos fundadores da botânica canadense

Francesco di Faà Bruno (c. 1825-1888) – matemático beatificado pelo Papa João Paulo II

Giordano Bruno (1548-1600) – filósofo dominicano, matemático e astrônomo que acreditava que o universo é infinito.

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(São Alberto Magno, filósofo, escritor,
alquimista, astrólogo e músico)

Ismaël Bullialdus (1605-1694) – astrônomo e membro da Royal Society, a cratera Bullialdus é nomeada em sua honra

Jean Buridan (c. 1300 – depois de 1358) – idéias iniciais de impulso e movimento inercial, plantou as sementes da revolução copernicana na Europa

Niccolò Cabeo (1586-1650) – matemático jesuíta, a cratera Cabeus é nomeada em sua honra

Nicholas Callan (1799-1846) – Mais conhecido por seu trabalho sobre a bobina de indução

Jean Baptiste Carnoy (1836-1899) – fundador da ciência da citologia

Giovanni di Casali (morto em c. 1375) – apresentou uma análise gráfica do movimento dos corpos acelerados

Paolo Casati (1617-1707) – matemático jesuíta que escreveu sobre astronomia e aspiradores; A cratera lunar Casatus é nomeado em sua honra.

Laurent Cassegrain (1629-1693) – Provável nomeador do telescópio Cassegrain, A cratera Cassegrain é nomeada em sua honra

Benedetto Castelli (1578-1643) – matemático beneditino; amigo e apoiador de Galileu Galilei, que foi seu professor; escreveu um importante trabalho sobre fluidos em movimento

Bonaventura Cavalieri (1598-1647) – Ele é conhecido por seu trabalho sobre os problemas da óptica e do movimento, o trabalho sobre os precursores do cálculo infinitesimal, e a introdução dos logaritmos na Itália. O Princípio de Cavalieri na geometria parcialmente antecipou o cálculo integral, a cratera lunar Cavalerius é nomeada em sua honra

Antonio José Cavanilles (1745-1804) – espanhol, botânico taxonômista líder do século 18

Francesco Cetti – (1726-1778) – zoólogo jesuíta e matemático

Tommaso Ceva (1648-1737) – matemático jesuíta e professor que escreveu tratados sobre a geometria, a gravidade, e aritmética

Christopher Clavius (1538-1612) – Respeitado jesuíta astrônomo e matemático que liderou a comissão que produziu o calendário gregoriano, escreveu livros astronômicos influentes.

Guy Consolmagno (1952 -) – jesuíta astrônomo e cientista planetário

Nicolau Copérnico (1473-1543) – astrônomo renascentista famoso por sua cosmologia heliocêntrica que colocou em movimento a revolução copernicana

Vincenzo Coronelli (1650-1718) – cosmógrafo franciscano, cartógrafo, enciclopedista e criador de globos

George Coyne (1933 -) – astrônomo jesuíta e ex-diretor do Observatório do Vaticano

James Cullen (matemático) (1867-1933) – matemático jesuíta que publicou o que agora são conhecidos como Números de Cullen na teoria dos números


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(Critóvão Clávio, jesuíta matemático alemão)
James Curley (astrônomo)
 (1796-1889) – primeiro diretor do Observatório de Georgetown, determinou a latitude e a longitude de Washington DC

Albert Curtz (1600-1671) – astrônomo jesuíta que expandiu os trabalhos de Tycho Brahe e contribuiu para o entendimento inicial da lua; A cratera lunar Curtius é nomeada em sua homenagem.

Johann Baptist Cysat (1587-1657) – matemático e astrônomo jesuíta, a cratera lunar Cysatus é nomeada em sua homenagem; publicou o primeiro livro impresso europeu sobre o Japão, um dos primeiros a fazer uso do telescópio recém-desenvolvido; A obra mais importante foi em cometas

 

Ignazio Danti (1536-1586) – matemático dominicano, astrônomo, cosmógrafo e cartógrafo

Armand David (1826-1900) – zoólogo e botânico que fez um trabalho importante em ambas as áreas na China

Charles-Michel de l’Épée (1712-1789) – Conhecido como o “pai dos surdos” estabeleceu a primeira escola livre para os surdos no mundo

Francesco Denza (1834-1894) – Meteorologista, astrônomo e diretor do Observatório Vaticano

Václav Prokop Divis (1698-1765) – Estudou o pára-raios independente de Franklin; construiu o primeiro instrumento musical eletrificado na história

Johann Dzierzon (1811-1906) – pioneiro apicultor que descobriu o fenômeno da partenogênese entre abelhas, e projetou a primeira colméia de quadro móvel; tem sido descrito como o “pai da apicultura moderna”

Honoré Fabri (1607-1688) – matemático e físico jesuíta

Jean-Charles de la Faille (1597-1652) – matemático jesuíta que determinou o centro de gravidade do setor de um círculo, pela primeira vez

Gabriele Falloppio (1523-1562) – Um dos mais importantes anatomistas e médicos do século XVI. As trompas de Falópio, que se estendem desde o útero até os ovários, são nomeadas em sua homenagem.


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Nícolau de Cuso, cardeal católico, filósofo
autor do Códice Cusano entre outros)

Gyula Fényi
 (1845-1927) – astrônomo jesuíta e diretor do Observatório Haynald, conhecido por suas observações do sol; A cratera lunar Fényi é nomeada em sua homenagem

Louis Feuillée (1660-1732) – Explorador, astrônomo, geógrafo e botânico

Plácido Fixlmillner (1721-1791) – padre beneditino e o primeiro astrônomo a calcular a órbita de Urano

Paolo Frisi (1728-1784) – matemático e astrônomo que fez um trabalho importante na hidráulica

José Gabriel Funes (1963 -) – astrônomo jesuíta e atual diretor do Observatório do Vaticano

Joseph Galien (1699 – c. 1762) – professor dominicano que escreveu sobre aeronáutica, chuvas de granizo e aeronaves

Jean Gallois (1632-1707) – estudioso francês e membro da Académie des Sciences

Pierre Gassendi (1592-1655) – astrônomo e matemático francês que publicou os primeiros dados sobre o trânsito de Mercúrio; mais conhecido pelo projeto intelectual que tentou conciliar o atomismo epicurista com o Cristianismo

Agostino Gemelli (1878-1959) – médico e psicólogo franciscano; fundador da Universidade Católica do Sagrado Coração, em Milão

Johannes von Gmunden (c. 1380-1442) – matemático e astrônomo que compilou tabelas astronômicas; O asteróide 15955 Johannesgmunden é nomeado em sua honra

Carlos de Sigüenza y Góngora (1645-1700) – Polímata, matemático, astrônomo e cartógrafo, desenhou o primeiro mapa de toda a Nova Espanha

Andrew Gordon (beneditinos) (1712-1751) – monge beneditino, físico e inventor que fez o primeiro motor elétrico

Christoph Grienberger (1561-1636) – astrônomo jesuíta; a cratera lunar Gruemberger é nomeada em sua homenagem; verificou a descoberta de Galileu das luas de Júpiter.

Francesco Maria Grimaldi (1618-1663) – Descobriu a difração da luz, e na verdade inventou o termo “difração”; investigou a queda livre de objetos; construiu e utilizou instrumentos para medir as características geológicas da Lua

Robert Grosseteste (C. 1175-1253) – Um dos homens mais instruídos da Idade Média, tem sido chamado de “o primeiro homem a escrever um conjunto completo de etapas para a realização de um experimento científico.” 8

Roberto Landell de Moura (1861 – 1928) Padre Brasileiro considerado o Patrono dos Radioamadores do Brasil e o Pai Brasileiro do Rádio. Foi possivelmente o primeiro a transmitir voz humana por rádio com sucesso

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(Nicolaus Steno foi um bispo católico dinamarquês e cientista
pioneiro nos campos da anatomia e da geologia. Beatificado por
S. João Paulo II)

Paulo Guldin (1577-1643) – jesuíta matemático e astrônomo que descobriu o teorema Guldinus para determinar a superfície e o volume de um sólido de revolução

Bartolomeu de Gusmão (1685–1724) – Conhecido por seu trabalho pioneiro no projeto de dirigíveis mais leves que o ar

Johann Georg Hagen (1847–1930) – Diretor do observatório Georgetown e do Observatório Vaticano; A cratera lunar Hagen é nomeada em sua homenagem.

Nicholas Halma (1755–1828) – French mathematician and translator

Jean-Baptiste du Hamel (1624–1706) – Filósofo naturalista francês e secretário da Académie Royale des Sciences

René Just Haüy (1743–1822) – Pai de [cristalografia]

Maximilian Hell (1720–1792) – Jesuíta astrônomo e diretor do Observatório de Viena, a cratera lunar Inferno cratera é nomeada em sua homenagem.

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(Athanasius Kircher, jesuíta, matemático, físico,
alquimista e inventor alemão)

Michał Heller (1936– ) – Ganhador do Prêmio Templeton e escritor prolífico sobre numerosos temas científicos

Lorenz Hengler (1806–1858) – Muitas vezes creditado como o inventor do pêndulo horizontal

Hermann of Reichenau (1013–1054) – Teórico da música, historiador, astrônomo e matemático

Pierre Marie Heude (1836–1902) – Missionário jesuíta e zoólogo que estudou a história natural da Ásia Oriental

Franz von Paula Hladnik (1773–1844) – Botânico que descobriu diversas novas espécies de plantas; certos gêneros foram nomeados em sua homenagem

Giovanni Battista Hodierna (1597–1660) – O astrônomo que catalogou objetos nebulosos e desenvolveu um microscópio primitivo

Victor-Alphonse Huard (1853–1929) – Naturalista, escritor, educador e promotor das ciências naturais

Maximus von Imhof (1758–1817) – Físico agostiniano alemão e diretor da Academia de Ciências de Munique

Giovanni Inghirami (1779–1851) – Astrônomo italiano; há um vale na Lua com o seu nome, bem como uma cratera

François Jacquier (1711–1788) – Matemático e físico franciscano; na sua morte, ele estava conectado com quase todas as grandes sociedades científicas e literárias da Europa

Stanley Jaki (1924–2009) – Sacerdote beneditino e escritor prolífico, que escreveu sobre a relação entre ciência eteologia

Ányos Jedlik (1800–1895) – Engenheiro beneditino, físico e inventor, considerado pelos húngaros e eslovacos como o pai desconhecido do dínamo e motor elétrico

Georg Joseph Kamel (1661–1706) – Missionário jesuíta e botânico que estabeleceu a primeira farmácia nas Filipinas

Otto Kippes (1905–1994) – Reconhecido por seu trabalho no cálculo da órbita de asteróides, o cinturão de asteróides Kippes 1780 foi nomeado em sua homenagem

Athanasius Kircher (1602–1680) – O pai da egiptologia; “Mestre de uma centena de artes”, escreveu uma enciclopédia da China; uma das primeiras pessoas a observar os micróbios através de um microscópio

Wenceslas Pantaleon Kirwitzer (1588–1626) – Astrônomo jesuíta e missionário, que publicou observações de cometas

Jan Krzysztof Kluk (1739–1796) – Naturalista engenheiro agrônomo e entomologista que escreveu em polonês uma obra de vários volumes sobre a vida animal

Sebastian Kneipp (1821–1897) – Um dos fundadores do movimento da medicina naturopática

Marian Wolfgang Koller (1792–1866) – Professor que escreveu sobre astronomia, física e meteorologia

Franz Xaver Kugler (1862–1929) – Químico jesuíta , matemático que é mais conhecido pelos seus estudos de tabuletas cuneiformes e astronomia babilônica

Eugène Lafont (1837–1908) Jesuíta, físico, astrônomo e fundador da primeira Sociedade Científica na Índia

Antoine de Laloubère (1600–1664) – O primeiro matemático para estudar as propriedades da hélice

Bernard Lamy (1640–1715) – Filósofo e matemático que escreveu sobre a correlação de forças

Pierre André Latreille (1762–1833) Entomologista cujos trabalhos descrevendo insetos atribuíram muitos dos taxa de insetos ainda em uso hoje

Georges Lemaître (1894–1966) – Pai da Teoria do Big Bang

Thomas Linacre (c. 1460–1524) – Tradutor humanista e médico

Francis Line (1595–1675) – Produtor do relógio magnético e relógio de sol; não concordou com algumas das descobertas de Newton e Boyle


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(Representação medieval de um terra
esférica)

Juan Caramuel y Lobkowitz (1606–1682) – Prolífico escritor em uma variedade de assuntos científicos; um escritor dos primeiros escritores sobre sobreprobabilidade

Jean Mabillon (1632–1707) – Monge beneditino e erudito, considerado o fundador da paleografia e diplomática

James B. Macelwane (1883–1956) – “O mais conhecido sismólogo jesuítas”e “um dos praticantes mais honrados da ciênciade de todos os tempos”, escreveu o primeiro livro em sismologia da América.

Paul McNally (1890–1955) – Jesuíta astrônomo e diretor do Observatório de Georgetown; A cratera lunar McNally leva seu nome.

Pierre Macq (1930– ) – Físico que foi galardoado com o Prémio de Ciências Exatas Francqui por seu trabalho em física nuclear experimental

Manuel Magri (1851–1907) – Etnógrafo jesuíta, arqueólogo e escritor, um dos pioneiros na arqueologia de Malta

Emmanuel Maignan (1601–1676) – Físico e professor de medicina, que publicou trabalhos sobre “gnomonics” e perspectiva

Charles Malapert (1581–1630) – Jesuíta escritor, astrônomo e proponente da cosmologia aristotélica, também conhecido por observações de manchas solares e da superfície lunar; a cratera lunar Malapert leva seu nome

Nicolas Malebranche (1638–1715) – Filósofo que estudou física, ótica e as leis do movimento; divulgador das idéias deDescartes e Leibniz

Marcin of Urzędów (c. 1500–1573) – Médico, farmacêutico e botânico

Joseph Maréchal (1878–1944) – Jesuíta filósofo e psicólogo

Marie-Victorin (1885–1944) – Botânico mais conhecido como o pai do Jardin Botanique de Montréal

Edme Mariotte (c. 1620–1684) – O físico que reconheceu a Lei de Boyle e escreveu sobre a natureza da cor

Francesco Maurolico (1494–1575) – Contribuições para os campos da geometria, ótica, cônicas, mecânica, música e astronomia; deu a primeira prova conhecida por indução matemática

Christian Mayer (astronomer) (1719–1783) – Astrônomo jesuíta mais notável pelo estudo pioneiro de estrelas binárias

Gregor Mendel (1822–1884) – Monge agostiniano e pai da genética

Pietro Mengoli (1626–1686) – Matemático que foi o primeiro a propor o famoso problema da Basiléia

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(Ruđer Josip Bošković, mais conhecido como
Ruggiero Giuseppe Boscovich, foi um jesuíta,
físico, astrônomo, matemático, filósofo, diplomata e poeta.)

Giuseppe Mercalli (1850–1914) – Vulcanólogo e diretor do Observatório do Vesúvio, mais lembrado hoje pela sua escala de Mercalli para medir terremotos, que ainda está em uso

Marin Mersenne (1588–1648) – Filósofo, matemático e teórico da música, que é muitas vezes referido como o “pai da acústica”

Paul of Middelburg (1446–1534) – Escreveu importantes obras sobre a reforma do calendário

Maciej Miechowita (1457–1523) – Escreveu a primeira descrição geográfica e etnográfica exata da Europa do Leste, também escreveu dois tratados médicos

François-Napoléon-Marie Moigno (1804–1884) – Jesuíta físico e matemático, foi um expositor da ciência e tradutor, em vez de um investigador original

Juan Ignacio Molina (1740–1829) – Jesuíta naturalista, historiador, botânico, ornitologista e geógrafo

Louis Moréri (1643–1680) – Enciclopedista do século 17

Théodore Moret (1602–1667) – Jesuíta matemático e autor da primeira dissertação matemática defendida em Praga; a cratera Moretus leva seu nome

Landell de Moura (1861–1928) – Inventor que foi o primeiro a realizar a transmissão da voz humana por uma máquina sem fio

Gabriel Mouton (1618–1694) – Matemático, astrônomo, e dos primeiros defensores do sistema métrico

Jozef Murgaš (1864–1929) – Contribuiu para telegrafia sem fio e ajudou a desenvolver as comunicações móveis e a transmissão sem fio de informações e da voz humana

José Celestino Mutis (1732–1808) – Botânico e matemático que liderou a “Expedição botânica real” do Novo MundoAntonio Neri (1576–1614) – Herbalista, alquimista, e vidreiro

Jean François Niceron (1613–1646) – Matemático que estudou óptica geométrica

Nicholas of Cusa (1401–1464) – Cardeal, filósofo, jurista, matemático e astrônomo, um dos grandes gênios e polímatasdo século 15

Julius Nieuwland (1878–1936) – Sacerdote da Santa Cruz , conhecido por suas contribuições à pesquisa de acetileno e sua utilização como base para um tipo de borracha sintética, o que eventualmente levou à invenção de neoprene pela DuPont

Jean-Antoine Nollet (1700–1770) – O físico que descobriu o fenômeno da osmose em membranas naturais

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(Robert Grosseteste (Stradbroke, condado de Suffolk, 1168 – 9 de outubro de 1253), foi a figura central do importante movimento intelectual da primeira metade do século XIII na Inglaterra. Foi apelidado de Grosseteste pela sua extraordinária capacidade intelectual (Grosse = grande + teste = cabeça)1 . Tinha grande interesse no mundo natural e escreveu textos sobre som, astronomia, geometria e, especialmente, óptica. Primeiro estudioso europeu a dominar as linguas grega e hebraica. Dava ênfase à matemática como ferramenta para estudar a natureza e defendia que experimentos deveriam ser usados para verificar as teorias a respeito da mesma.)


Hugo Obermaier
 (1877–1946) – Ilustres arqueólogo e antropólogo, que é conhecido por seu trabalho de estudo da difusão da humanidade na Europa durante a Idade do Gelo, e em ligação com a arte rupestre do norte espanhol

William de Ockham (c. 1288 – c. 1348) – Escolástico franciscano que escreveu obras importantes sobre lógica, física e teologia; conhecido pela Navalha de Ockham

Nicole Oresme (c. 1323–1382) – Um dos filósofos mais famosos e influentes da Idade Média, economista, matemático, físico, astrônomo, filósofo, teólogo e Bispo de Lisieux, e tradutor competente, um dos pensadores mais originais do século 14

Barnaba Oriani (1752–1832) – Geodeta, astrônomo e cientista; sua maior realização foi a investigação detalhada do planeta Urano; conhecido por teorema de Oriani

 Luca Pacioli (c. 1446–1517) – Muitas vezes considerado como o Pai da Contabilidade; publicou vários trabalhossobre matemática

Ignace-Gaston Pardies (1636–1673) – Físico conhecido por sua correspondência com Newton e Descartes

Franciscus Patricius (1529–1597) – Teórico da cosmologia, filósofo e estudioso da Renascença

John Peckham (1230–1292) – Arcebispo de Canterbury e praticante pioneiro da ciência experimental

Nicolas Claude Fabri de Peiresc (1580–1637) – Astrônomo que descobriu a nebulosa de Orion; a cratera lunar Precious é nomeada em sua honra

Stephen Joseph Perry (1833–1889) – Astrônomo jesuíta e membro da Royal Society, fez observações freqüentes dos satélites de Júpiter, de ocultações estelares, dos cometas, meteoritos, das manchas causadas pelo sol e faculae

Giambattista Pianciani (1784–1862) – Jesuíta matemático e físico

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(Roger Bacon ou Rogério Bacon OFM, (Ilchester, Somerset, 1214 — Oxford, 1294), também conhecido como Doctor Mirabilis (Doutor Admirável em latim), foi um dos mais famosos frades de seu tempo. Ele foi um filósofo inglês que deu bastante ênfase ao empirismo e ao uso da matemática no estudo da natureza. Estudou nas universidades deOxford e Paris. Contribuiu em áreas importantes como a Mecânica, a Filosofia, a Geografia e principalmente a Óptica.)

Giuseppe Piazzi (1746–1826) – Teatino matemático e astrônomo que descobriu Ceres, hoje conhecido como o maior membro do cinturão de asteróides; também fez importante trabalho de catalogação de estrelas

Jean Picard (1620–1682) – Primeira pessoa a medir o tamanho da Terra a um grau razoável de precisão; também desenvolveu o que se tornou o método padrão para medir a ascensão reta de um objeto celestial; A missão PICARD, um observatório em órbita solar, é nomeada em sua honra

Edward Pigot (1858–1929) – Jesuíta sismólogo e astrónomo

Alexandre Guy Pingré (1711–1796) – Astrônomo e geógrafo naval francês, A cratera lunar Pingré é nomeada em sua homenagem, como o é o asteróide 12719 Pingré

Jean Baptiste François Pitra (1812–1889) – Cardeal beneditino, arqueólogo e teólogo notável por susas grandes descobertas arqueológicas

Charles Plumier (1646–1704) – Considerado um dos exploradores botânicos mais importantes do seu tempo

Marcin Odlanicki Poczobutt (1728–1810) – Jesuíta astrônomo e matemático, ganhou o título de Astrônomo do Rei; a cratera lunar Poczobuttcratera é nomeada em sua homenagem.

Léon Abel Provancher (1820–1892) – Naturalista dedicado ao estudo e descrição da fauna e da flora do Canadá; seu trabalho pioneiro lhe valeu a denominação de “Pai da História Natural do Canadá”

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(Primeira página daTheoria Philosophiæ Naturalis de Boscovich)

Louis Receveur (1757–1788) – Naturalista franciscano e astrônomo, descrito como sendo o mais próximo que se poderia chegar a ser um ecologista no século 18

Franz Reinzer (1661–1708) – Escreveu um aprofundado compêndio meteorológico, astrológico e político, abordando temas como os cometas, meteoros, raios, ventos, os fósseis, metais,corpos de água, e os tesouros subterrâneos e os segredos da terra

Louis Rendu (1789–1859) – Bispo que escreveu um livro importante sobre os mecanismos de movimento glacial; as geleiras Rendu ( Alasca, EUA ) e Monte Rendu (Antarctica) foram nomeadas por ele

Vincenzo Riccati (1707–1775) – Matemático e físico italiano

Matteo Ricci (1552–1610) – Um dos fundadores da Missão Jesuíta da China, co-autor do primeiro dicionário chinês-Europeu

Giovanni Battista Riccioli (1598–1671) – Astrônomo que foi o autor da Almagestum novum”, uma enciclopédia influente da astronomia; foi a primeira pessoa a medir a taxa de aceleração de um corpo em queda livre, criou um selenógrafo com o Padre Grimaldi que hoje adorna a entrada do “National Air and Space Museum”, em Washington DC

Johannes Ruysch (c. 1460–1533) – Explorador, cartógrafo e astrônomo que criou a segunda mais antiga representação impressa conhecida da do Novo Mundo

Giovanni Girolamo Saccheri (1667–1733) – Jesuíta matemático e geômetra

Johannes de Sacrobosco (c. 1195 – c. 1256) – Monge irlandês e astrônomo que escreveu o texto de astronomia medieval “Tractatus de Sphaera”; o seu “Algorismus” foi o primeiro texto a introduzir os numerais arábicos e procedimentos no currículo universitário europeu; a cratera lunar Sacrobosco é nomeada em sua homenagem

Gregoire de Saint-Vincent (1584–1667) – Jesuíta matemático que fez importantes contribuições ao estudo da hipérbole

Alphonse Antonio de Sarasa (1618–1667) – Jesuíta matemático que contribuiu para a compreensão dos logaritmos

Christoph Scheiner (c. 1573–1650) – Jesuíta físico, astrônomo e inventor do pantógrafo, escreveu sobre uma vasta gama de assuntos científicos

George Schoener (1864–1941) – Tornou-se conhecido nos Estados Unidos como o “Pai das Rosas” por seus experimentos para melhorar a reprodução de rosas.

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(Mapa do Extremo Oriente feito por Matteo Ricci, em 1602)

Gaspar Schott (1608–1666) – Jesuíta físico, astrônomo e filósofo natural que é mais amplamente conhecido por seus trabalhos sobre os instrumentos mecânicos e hidráulicos

Franz Paula von Schrank (1747–1835) – Botânico, entomologista e escritor prolífico

Berthold Schwarz (c. 14th century) – Frade franciscano e inventor de renome de armas de pólvora e fogo

Anton Maria Schyrleus of Rheita (1604–1660) – Astrônomo e óptico, que construiu o telescópio Kepler

George Mary Searle (1839–1918) – Paulista astrônomo e professor que descobriu seis galáxias

Angelo Secchi (1818–1878) – Pioneiro na espectroscopia astronômica; foi um dos primeiros cientistas a afirmar com autoridade que o Sol é uma estrela

Włodzimierz Sedlak (1911–1993) – Pai da bioeletrônica polonês e da teoria eletromagnética da vida

Alessandro Serpieri (1823–1885) – Astrônomo e biólogo que estudou as estrelas cadentes, e foi o primeiro a introduzir o conceito de radiante sísmica

Gerolamo Sersale (1584–1654) – Jesuíta astrónomo e selenógrafo; seu mapa da lua pode ser visto no Observatório Naval de San Fernando, a cratera lunar Sirsalis é nomeada em sua homenagem

Benedict Sestini (1816–1890) – Astrônomo jesuíta, matemático e arquiteto, estudou as manchas solares e eclipses; escreveu livros sobre uma variedade de assuntos matemáticos

René François Walter de Sluse (1622–1685) – Matemático com uma família de curvas que leva seu nome

Lazzaro Spallanzani (1729–1799) – Biólogo e fisiologista que fez importantes contribuições para o estudo experimental das funções corporais e reprodução animal, e essencialmente descobriu a ecolocalização; a sua investigação da biogênese pavimentou o caminho para as investigações de Louis Pasteur…

Valentin Stansel (1621–1705) – Jesuíta astrônomo, que fez importantes observações de cometas

Johan Stein (1871–1951) – Jesuíta astrônomo e diretor do Observatório do Vaticano, o qual ele modernizou e mudou para Castel Gandolfo; a cratera lunar Stein no lado oculto da Lua é nomeada em sua homenagem

Nicolas Steno (1638–1686) – Muitas vezes chamado o pai de geografia e estratigrafia (“princípios de Steno”); beatificado pelo Papa João Paulo II.
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(Diagramas circulares de Roger Bacon
relacionados com o estudo científico da ótica)

Pope Sylvester II (c. 946–1003) – Prolífico estudioso que recomendou e promoveu conhecimentos árabes de aritmética, matemática e astronomia na Europa, reintroduzindo o ábaco e a esfera armilar que tinham sido perdidos na Europa desde o fim da era greco-romana

Alexius Sylvius Polonus (1593 – c. 1653) – Jesuit astronomer who studied sunspots and published a work on calendariography

Ignacije Szentmartony (1718–1793) – Astrônomo jesuíta que estudou as manchas solares e publicou um trabalho sobre calendariografia

André Tacquet (1612–1660) – Jesuíta matemático cujo trabalho estabeleceu as bases para a eventual descoberta do cálculo

Pierre Teilhard de Chardin (1881–1955) – Jesuíta paleontólogo e geólogo que participou na descoberta do Homem de Pequim

Francesco Lana de Terzi (c. 1631–1687) – Referido como o Pai da Aeronáutica pelo seu pioneirismo, também desenvolveu a idéia que originou o Braille

Theodoric of Freiberg (c. 1250 – c. 1310) – Teólogo dominicano e físico que fez a primeira análise correta da geometria do arco-íris

Joseph Tiefenthaler (1710–1785) – Um dos primeiros geógrafos europeus a escrever sobre a Índia

Giuseppe Toaldo (1719–1797) – Cientista que estudou a eletricidade atmosférica e fez um importante trabalho com varas “lightnight”; o asteróide 23685 Toaldo é nomeado em sua homenagem

José Torrubia (c. 1700–1768) – Lingüista, cientista, colecionador de fósseis e livros, e escritor sobre temas históricos, políticos e religiosos

Franz de Paula Triesnecker (1745–1817) – Jesuíta astrônomo e diretor do Observatório de Viena, publicou uma série de tratados sobre astronomia e geografia; a cratera lunar Triesnecker é nomeada em sua homenagem

Basil Valentine (c. 15th century) – Alquemista a quem o autor James J. Walsh chama o pai da química moderna 9

Luca Valerio (1552–1618) – Jesuíta matemático que desenvolveu maneiras de encontrar volumes e centros de gravidade dos corpos sólidos

Pierre Varignon (1654–1722) – Matemático cuja principal contribuição foi à estática e mecânica; criou uma explicação mecânica da gravitação

Fausto Veranzio (c. 1551–1617) – Bispo, inventor polímata, e lexicógrafo

Ferdinand Verbiest (1623–1688) – Jesuíta astrônomo e matemático, desenhou o que alguns dizem ser o primeiro veículo auto-propelido – muitos afirmam que este foi o primeiro automóvel do mundo

Francesco de Vico (1805–1848) – Jesuíta astrônomo que descobriu ou co-descobriu um grande número de cometas; também fez observações de Saturno e as lacunas em seus anéis, a cratera lunar DeVico e o asteróide 20103 de Vico são nomeados em sua homenagem

Vincent of Beauvais (c.1190–c.1264) – Escreveu a enciclopédia mais influente da Idade Média

János Vitéz (archbishop) (c.1405–1472) – Arcebispo astrônomo e matemático

Martin Waldseemüller (c. 1470–1520) – Cartógrafo alemão que, junto com Matthias Ringmann, é creditado com o primeiro a usar o termo América de modo registrado

Godefroy Wendelin (1580–1667) – Astrônomo que reconheceu a terceira lei de Kepler aplicada aos satélites deJúpiter; a cratera lunar Vendelinus é nomeada em sua honra

Johannes Werner (1468–1522) – Matemático, astrônomo e geógrafo

Witelo (c. 1230 – after 1280, before 1314) – Físico, filósofo natural e matemático; a cratera lunar Vitello é nomeada em sua honra, sua “Perspectiva” influencioiu fortemente cientistas mais tarde, em especial Johannes Kepler

Julian Tenison Woods (1832–1889) – Passionista geólogo e mineralogista

Theodor Wulf (1868–1946) – Jesuíta físico que foi um dos primeiros a fazer um experimento para detectar excesso de radiação atmosférica

John Zahm (1851–1921) – Padre da Santa Cruz e explorador da América do Sul

Giuseppe Zamboni (1776–1846) – Físico que inventou a pilha Zamboni, uma bateria elétrica semelhante à pilha de Volta

Francesco Zantedeschi (1797–1873) – Está entre os primeiros a reconhecer a absorção de luz vermelha, amarela e verde marcada pela atmosfera; publicou artigos sobre a produção de correntes elétricas em circuitos fechados, pela abordagem de retirada de um ímã, antecipando assim os experimentos clássicos de Michael Faraday de 1831

Niccolò Zucchi (1586–1670) – Tentou construir um telescópio de reflexão em 1616, pode ter sido o primeiro a ver os cinturões do planeta Júpiter; correspondeu-se com Kepler

Giovanni Battista Zupi (c. 1590–1650) – Astrônomo jesuíta, matemático e primeira pessoa a descobrir que o planeta Mercúrio tinha fases orbitais; a cratera lunar Zupus é nomeada em sua honra

 

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(Nicolau Copérnico (Toruń, 19 de Fevereiro de 1473 — Frauenburgo, 24 de Maio de 1543) foi um astrônomo e matemático polaco que desenvolveu ateoria heliocêntrica do Sistema Solar. Foi também cónego da Igreja Católica, governador e administrador, jurista, astrólogo e médico).

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