O dia em que o Papa chorou. Testemunho de um Padre condenado pelo Comunismo.

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Papa Francisco, chorando com Padre Ernest Simoni, ao final de seu testemunho.

Eu especialmente, a muito tempo, venho alertando o quanto posso a população brasileira, para a verdadeira armadilha em qual cairemos se não fizermos nada na politica atual, dos males horripilantes que o comunismo traz, e como a religião, principalmente a cristã é vista como inimiga da ideologia marxista/comunista, como filósofo fui ensinado a destacar minha racionalidade, a impor a mim mesmo o discurso baseado na razão e descartar quase que por completo a emoção, para que não haja uma influência sobre meus artigos e reflexões, mas hoje, e prometo que somente hoje, isso será diferente, e eu me permito a isso sem nenhum peso na consciência, sem nenhum pesar interior. peço que leia este artigo e compartilhe, eu não peço compartilhamentos, a não ser em casos especiais, e este é um!

Antes de mais nada, eu peço que veja este vídeo abaixo.

Visita do Papa a Albânia.

Assistiu?

Agora eu te explico o porque o Papa chorou ao abraçar este sacerdote ancião ( Padre Ernest Simoni). Este Sacerdote já velho e visivelmente desgastado pelo tempo e sofrimento sobre ele imposto; este homem tem um testemunho dos mais incríveis que você leu ou lerá um dia.

07Todo terror se iniciou em 1944 quando o regime comunista ateu (que são sinônimos) entrou no país, desde o inicio começou uma perseguição ferrenha aos católicos dos país, não importava para os comunistas se eram leigos ou clérigos, mataram torturando, enforcados, queimados, mutilados e na maioria das vezes fuzilados, todos por conta da sua fé estavam condenados a morte, relata o Padre Simoni, que mesmo aqueles homens e mulheres ao serem fuzilados ou torturados covardemente, gritavam  em seus últimos suspiros: “Viva Cristo Rei”.

E em 1952 quando já haviam matado quase todos os clérigos e leigos que preferiam ser fiel ao Papa do que se dobrar perante ao ditador, matando até mesmo os franciscanos que formaram inicialmente o Padre Simoni, fizeram a proposta deles abandonarem a fidelidade ao Papa e ao Vaticano em troca de suas liberdades, e todos estes sobreviventes, negaram, pois era preferível a morte do que trair ao sucessor de Pedro e a Igreja Toda. Então diante desta afronta ao governo comunista o padre Simoni e outros padres foram condenados a morte, e mesmo em meio as angústias da morte certa e decretada, nunca tomaram como opção trair a fé no evangelho e rasgar seu propósito de ser fiel a Roma, nos interrogatórios onde exerciam fortes pressões psicológicas, diziam que seriam enforcados, e o Padre Ernest Simoni dizia aos interrogadores: “que morreremos todos por Cristo se for necessário”. (Acidigital)

Que fé, que virilidade de amor, este é o amor que Cristo ensinou, o amor que não se vende a ideologias, e nem ao sabores do tempo da modernidade, um amor de um Padre que aprendeu que toda graça e misericórdia, fluem da mesma nascente, a nascente da fidelidade.

Diante de tanta ousadia, os ateus vermelhos se questionavam com toda certeza, de onde viria tamanha força, mesmo com seus corpos fragilizados pela tortura, 08de onde viria tamanha fidelidade ao um homem (Papa) que nem sabia que ele existia, se perguntavam: “Para que morrer por fidelidade a uma Igreja que o esqueceu”, não sabiam aqueles homens que o amor não pede lógica, o amor pede fidelidade, o amor pede sacrifício até as ultimas consequências, o que o Padre entendeu e os soldados comunistas não, era que ser fiel até a morte era viver, e que morrer por Cristo é a maior honra de um cristão, que o Papa sim, sim o Papa sabia de seus sofrimentos, e orava por ele, e talvez por isso ser fiel não tenha sido um peso insuportável

Com a força de um Leão e a mansidão de um pastor disse ele a seus interrogadores que não cansavam de lhe imputar duras torturas a fim de que negasse sua fé: “Cristo nos ensinou a amar os inimigos e a perdoá-los, nós devíamos nos empenhar no bem do povo. Essas minhas palavras chegaram aos ouvidos do ditador que após alguns dias livrou-me da pena de morte” (Acidigital), mesmo diante de todos os horrores que provocou aquele povo, o ditador ao saber destas palavras do Padre, parece que em um momento de consciência humana resolveu que não o mataria, mas o forçaria trabalhar durante 28 anos nos canais de esgoto, e mesmo naquela situação desumana, sem dignidade alguma perante aos homens, porém mais digno que milhares de sacerdotes que defende esta ideologia assassina que matou milhões de sacerdotes e leigos católicos, estes que estão no esgoto existencial,  a dignidade que pairava sobre este homem era a dignidade divinizada que o céu o coroava a cada sim dado a Igreja, a cada lágrima derrubada em cima do evangelho por fidelidade a Cristo, a cada acoite do qual elevava ao céus a oração mais doce de vida, ao ponto que os comunistas vissem que nem a morte o faria trair sua fé.

Mesmo naquela situação ,“Trabalhei nos canais de esgotos e durante o período da prisão celebrei a Missa, confessei e distribuiu a comunhão às escondidas” (Acidigital), muito clérigos poderiam aprender agora como ser Padre.

Depois de o regime comunista ter caído, finalmente ele foi liberto.

Conclusão:

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Fieis rezando em uma Igreja destruída pelo exercito comunista ds Albânia.

Me dirijo aos sacerdotes que defendem o socialismo, que defendem o comunismo, quero lhes questionar com qual autoridade, com qual direito se acham para fazer um minuto apenas de apologia a este câncer chamado comunismo, com qual direito vocês concluem ser possível misturar a fé em Cristo, em uma idolatria ao materialismo e ao ateísmo? Eu tenho nojo, tenho nojo, de um Padre que se declara comunista, que escolhe ser fiel a uma ideologia, ao invés de ser fiel a Deus e a Igreja que ele deixou. trocando a Cristo no momento em que escolheu ser monopolizado pelo ateísmo. Eu tenho nojo de clérigos que promovem isso.

E não me venha com estes discursinhos falaciosos, de que esse não era o comunismo real, que não necessariamente o socialismo é dessa forma, cansamos, eu cansei, e milhares de pessoas cansaram, não há como servir a dois senhores, ou se está com a Igreja ou não. Pessoas no mundo todo, da Coréia do Norte, Camboja, até Cuba milhares de Sacerdotes morrem nas mãos destes homens trajados de defensores dos oprimidos.

O Papa Chorou, o mundo chorou com este sacerdote.

Agora que você conhece a História pode assistir novamente o vídeo, e assistir e chorar, quantas vezes forem necessárias até compreender que não. Não é possível ser Católico (Cristão) e ser socialista ao mesmo tempo. CHEGA.

Papa Francisco: “Muitos dos teus filhos e filhas sofreram por Cristo até ao sacrifício da vida. O seu testemunho sustente os vossos passos de hoje e do futuro no caminho do amor, da liberdade, da justiça e, sobretudo, da paz” (Verbonet)

Autor: Pedro Henrique Alves

Bibliografias:

http://www.acidigital.com/noticias/testemunho-de-um-sacerdote-condenado-a-morte-pelo-regime-comunista-fez-o-papa-chorar-87440/

http://www.verbonet.com.br/verbonet/index.php?option=com_content&view=article&id=39998:albania-papa-destaca-historica-resistencia-crista-ao-regime-comunista&catid=5:noticias

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