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ONU e a Hipocrisia.

43Neste novo capítulo de piadas desconcertantes vamos contar a história da ONU, organização que acusa o Vaticano de encobertar a pedofilia dentro da Igreja, mas promove a promiscuidade, aborto, eutanásia e outros horrores socialmente aceitos. Nesta semana a ONU através de um relatório frouxo e sem embasamento, cobra atitude da Santa sé perante os casos de abusos de crianças por parte de membro do clero, porém, nem se quer citou de longe as explicações e provas que o Cardeal representante da Santa Sé Arcebispo Silvano Tomasi deu no mês passado em audiência geral. como diz o Arcebispo: “Parece que o relatório já estava pronto antes de que a Santa Sé desse suas explicações”. No relatório a ONU se acha no direito de pedir que a Igreja mudasse sua doutrina em questões da Homossexualidade e contracepção, coisa que bem sabemos não irá acontecer; Mas o fato que mais choca é o seguinte: quando vemos uma organização com o peso da ONU cobrar explicações e mudanças perante os casos comprovados de abusos, aceitamos de bom grado, porém quando esta mesma organização financia empresas como Instituto Kinsey que em seus relatórios chega ao absurdo de afirmar que em 95% dos casos, homens têm relações sexuais com crianças, (Não sei de onde vêm tais números, mas…) Então segundo Kinsey a pedofilia haveria de ser considerado algo normal na sociedade. Esta empresa a qual acima eu cito entrou para a gama de empresas sodomitas que a ONU tem como empresa de consultas e usa como base para suas investiduras contra a Moral.

É fato que a Igreja não cruzou os braços perante os abusos contra as crianças, fato esse que a “Veja” noticiou que de 2011 a 2012 já tinham sido expulsos mais de 400 sacerdotes acusados de tal perversão, sendo 300 em 2011 e 100 em 2013, sem falar dos tratamentos oferecidos para recuperação das vítimas que a Igreja vem oferecendo. E não é nada coerente cobrar do Vaticano atitudes enérgicas para proteção de Crianças sendo eu ela mesma através de empresas promotoras do aborto escondem suas chacinas de bebês 45por todo o mundo, empresas como Fundações MacArthur, Rockefeller e Ford que financiam ONG’S brasileiras para promoção do aborto estão intimamente ligadas aos interesses da OMS que é uma agência da ONU; OMS, aliás, que lançou uma cartilha para educação sexual infantil, que tem a ousadia de interferir no como os pais irão educar seus filhos sexualmente. Em sua cartilha, ensina aos pais a falarem sobre o “GOZO” com suas crianças, incitando elas a se masturbarem ainda quando criança, e depois dizendo que é bom e lícito as relações homossexuais e que estas mesmas devem ser ensinadas as crianças. Agora me digam se uma organização que promove a promiscuidade deste nível, que financia um instituto (Kinsey) que promove o estupro e a pedofilia, e sem falar da questão do aborto com este nível de moralidade pode cobrar algo de uma Instituição que é o único porto seguro mundial em questões de ensinamentos morais? A Igreja Católica continua sendo praticamente a única organização que perante as pressões mundiais de afrouxamento moral, se mantém firme e inabalável nas suas bases de concepção de fé e de Moral, uma organização como a ONU que é acusada de encobrir abusos sexuais em terreno de guerra por parte de seus agentes, se esvazia do direito de cobrar coisas que nem ela mesma faz.

03A ONU deveria cuidar primeiro da sua grama antes de reclamar da grama do vizinho, sem falar que esconder fatos é burrice, e como fazer para esconder a ação eminente do Vaticano contra a pedofilia, é óbvio que por trás de tudo isso está os interesses políticos e a desmoralização da Igreja, afinal ela é a última pedra no sapato da ONU e se esta pedra for tirada, aí sim veremos o prostibulo que o mundo ira virar. E não estou exagerando. Acima eu citei casos documentalmente comprovados e deixarei os links para serem acessados logo abaixo… Contra fatos, não há argumentos.

Bibliografia Digital:

instituto Kinsey:

http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/14883-pedofilia-onu-concede-credencial-ao-instituto-kinsey.html

Vaticano responde ao relatório da ONU:

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/02/relatorio-da-onu-sobre-abusos-e-distorcido-e-injusto-diz-vaticano.html

http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/vaticano-ja-expulsou-400-padres-por-denuncias-de-pedofilia

Empresas Financiadora do Aborto:

http://www.midiasemmascara.org/artigos/aborto/12840-jogos-de-aborto-entre-brasil-e-onu.html

Cartilha de educação sexual para crianças da ONU:

http://www.madridsalud.es/publicaciones/OtrasPublicaciones/standars_de_calidad_de_la_educacion_sexual_en_europa_traducido_12nov.pdf

Autor: Pedro Henrique

Revisora: Pâmela Hervatin

Para Citar: ALVES, Pedro Henrique, ONU e a Hipocrisia, pode ser acessado em: https://proecclesiacatholica.wordpress.com/2014/02/06/onu-e-a-hipocrisia/

Ateia desde a infância se converte lendo C.S. Lewis

Há pouco mais de um mês o site de notícias católico Religión en Libertad publicou o testemunho de uma ateia que se converteu lendo C.S. Lewis. Seu nome é Sandra Elam. Cresceu numa família cuja mãe era católica e o pai ateu. Este não permitia que a palavra “Deus” fosse pronunciada dentro de casa, muito menos que sua esposa educasse os filhos segundo a moral cristã. Assim, pois, Sandra cresceu sem qualquer referência cristã. “A Igreja parecia ser chata e seus rituais vazios: suas palavras não significavam nada pra mim”.“Pensava que os cristãos eram extremistas fanáticos”   cslewsComo boa parte dos jovens educados sem uma referência religiosa por parte dos pais, Sandra Elam alimentava certa revolta contra a religião. “Pensava que os cristãos eram extremistas fanáticos. Minha alma estava tão escura que não podia entender por que algumas pessoas se opunham ao aborto e a eutanásia”.Sandra especializou-se em história grega, romana e medieval na universidade. E certa vez até perguntou ao seu professor judeu: “Jesus viveu ou foi um mito?”, ao que ele respondeu: “Sim, Jesus realmente viveu, não existe dúvida disso. Por que você não lê o Evangelho de Mateus?”. Ela o fez, mas apenas com um olhar histórico e curioso, nada mais.Sandra casou-se e, com o passar do tempo, tornou-se uma anticristã feroz. Não permitia, inclusive, que seu marido católico colocasse crucifixo dentro de casa. Relatava: “sentia desprezo pelos que acreditavam em Deus. Cresci e me tornei uma mulher amargurada, sempre disposta a julgar os demais”.

Através da fonética sua vida mudou de direção

Mas, tudo começou a mudar em 1995 quando ouviu um especialista falar que as crianças possuem uma certa incapacidade para ler e escrever rapidamente e sobre como a fonética poderia ajudá-las.

Sandra Elam resolveu testar em seus filhos, ensinando-lhes fonética. Resultado: em seis meses estavam lendo. Percebeu que poderia “haver outras verdades por aí afora”.

Através da busca de uma reforma educativa, Sandra conheceu muitos cristãos que tinham o mesmo interesse pelo ensino da fonética. Neste percurso Bob Sweet, presidente do The National Right to Read Foundation, teve um papel importantíssimo, sendo um verdadeiro testemunho para ela.

Testemunhava Sandra Elam: “O primeiro grande passo na minha vida cristã foi quando meu esposo Tom e eu inscrevemos nossos filhos num colégio protestante baseado na fonética, em setembro de 1996. Era o único que poderíamos, economicamente. Estávamos preocupados com a sua educação e não queríamos que se convertessem em fanáticos religiosos, estudei, então, cuidadosamente o plano de estudos da escola e me senti aliviada ao descobrir que os livros eram rigorosos”.

Foi presenteada com um livro de C.S. Lewis

Deus já encaminhava as coisas na vida de Sandra e preparava o terreno para a sua conversão. Mas o que realmente foi decisivo neste processo foi o livro que ganhou de presente da sua irmã: “Mero Cristianismo”, de C.S. Lewis.

Em 1997 começou a sentir vontade de ir à Igreja, mas resistia. Nesta altura, seu marido e filhos já frequentavam a igreja católica aos domingos. Então, no dia 06 de outubro de 1997, “decidi entrar na igreja protestante que estava junto ao colégio dos meus filhos. Pela primeira vez em minha vida, senti algo espiritual e edificante”, testemunhou Sandra.

Depois de trinta anos como ateia, sente-se abalada pelas palavras do Evangelho de São João: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai, senão por mim. Se me conheceres, conhecereis também meu Pai; desde agora o conheceis e o viste”. Esta palavra lhe tocou tão profundamente que memorizou-a e, ao final da leitura do Evangelho de João “já estava convencida que Jesus Cristo era o Filho de Deus”.

O problema da fé protestante

Sandra Elam havia conhecido intelectualmente a Deus, mas ainda faltava amá-lo; faltava-lhe também a fé. Mas, numa noite, após cansativas horas de estudo bíblico, rezou pela primeira vez, pedindo fé. E a recebeu. “A fé foi o presente misericordioso de Deus para mim. Sem , como creria naquilo que não vejo?”.

A recém-convertida ao cristianismo começava a ter problemas com a “livre interpretação” das Escrituras. Julgava que alguém deveria ter a autoridade universal sobre elas. “Só uma igreja existiu desde que Jesus pronunciou suas palavras proféticas a Pedro: a Igreja Católica… uma vez que me dei conta de que Jesus fez de Pedro (e dos seus sucessores) a Cabeça terrena da Sua Igreja, disse ao meu marido que tinha que me converter ao catolicismo”.

A Santa Missa foi o ápice da sua conversão

Sandra aprofundou-se na apologética e teologia católica. E assim com Scott Hahn, em “O Banquete do Cordeiro”, sentiu-se tocada no momento da Santa Missa. “Através do estudo estava começando a conhecer Deus e através da missa comecei a amá-lo”.

Sandra Elam começou a mudar seus hábitos de vida, as músicas, livros, revistas, programas televisivos etc. E também suas convicções interiores, como a questão do aborto, que sempre considerou um mal necessário. Iniciou compreendendo que a vida começa na concepção. Até aí tudo bem, mas por que não era lícito utilizar anticoncepcionais não abortivos? “Por que a Igreja Católica era a única a se manter firme contra o controle de natalidade?”, se perguntava Sandra.

Após assistir um vídeo chamado “Feminism and Femininity” (Feminismo e Feminidade), da professora católica Alice von Hildebrand, convenceu-se da imoralidade da anticoncepção. “Descobri que o Papa Paulo VI já havia profetizado na Humanae Vitae: o controle de natalidade poderia conduzir à imoralidade sexual generalizada, à aceitação do aborto e à desintegração da família”.

Optou pela moral sexual católica

Aos 37 anos decidiu não usar mais métodos anticoncepcionais e agradecia a Deus por não ter se convertido aos 20 anos, pois acabaria com muitos filhos. Passaram-se meses e Sandra nunca engravidava, apesar de, agora, desejar muito ter outro bebê. “Senti a ironia da situação, já que Deus não estava me dando o que agora queria”. Foi ao médico, que diagnosticou ovário policístico. Era estéril.

Numa noite, inconformada com a situação, rezou e implorou a Deus mais um filho. Duas semanas depois estava grávida. Oito meses depois nasceu sua filha, que foi batizada com o nome de Teresa Benedita, em honra a Edith Stein e Teresa D’Ávila. Dois anos depois nasceu Ryan James.

Sandra estudou durante dois anos História da Igreja e Bíblia e estava convencida de que a Igreja Católica Romana contém toda a verdade do cristianismo. E assim, “na Vigília Pascal, no dia 3 de abril de 1999, fui recebida com alegria na Igreja una, santa, católica e apostólica”.

Fonte: Aleteia

Sem Deus, Sem coerência.

Um mundo que já se auto-intitula suficiente de si, uma sociedade tão dependente mas que se acha simplesmente detentora de tudo que precisa, ora na filosofia da Religião aprendemos que quem tem tudo em si mesmo para gerar vida e se auto-sustentar é Deus, logo é fácil chegarmos a conclusão que ou a sociedade está sem saber sedento de algo transcendente que lhe de a explicação, ou complete a lacuna humana inocupável por ideologias ou paixões desregradas, ou a sociedade esta tentando sentar no trono do criador; eu acompanho os debates dos Filósofos e teólogos cristãos contra os evolucionistas/ateus, não há como dar uma resposta satisfatória sem chegarmos a conclusão da criação, sem constatarmos que, “DEUS EXISTE”, e o ser humano por natureza busca algo maior, e se ela se fecha a possibilidade de Deus, acaba por tentar achar deuses para substituir sua sede pelo transcendente, ai entra as paixões incessantes, entra as fantasias, entra a ganancia, a busca incansável de Deus nas coisas, e mesmo negando a existência de Deus acaba por busca-lo em tudo, em uma histeria descontrolada, o sexo vira sua seu bezerro de ouro, dinheiro ou um artista, etc.

O fato é Deus se mostra até em sua ausência, não que a falta de controle dos homens sobre seus desejos seja a prova de Deus, mais a prova que o homem não se contenta com o empírico, ou o tateável; será apenas coincidência países profundamente materialista e ateu o numero de suicídios serem maiores, uma sociedade que perde o sentido de Deus, logo se esvazia da moral, o direito natural sai do contexto, já que o natural perde forças para as construções racionais baseadas no “eu acho mais coerente assim”, ai não se torna errado o direito de homens se relacionar sexualmente com uma criança (Como na Holanda já existem projetos de lei para legalizar isso), de onde sairá esta proibição, já que tudo é evolução, e talvez a pedofilia seria uma forma de crescimento social, ora o que me dirá então que é errado matar um idoso, já que ele é inútil para uma sociedade, já que não traz lucros para o Estado, não há dignidade humana, já que somos todos filhos de uma mesmo ser ancestral, então eu posso até “transar” com uma égua; ué minha dignidade evolucionista me diz que não me diferencio muito dela, apenas pela racionalidade um pouco mais evoluída.

Posso constatar a decadência moral do ser humano, se deixando escarrar por suas próprias ideologias, desde a revolução francesa até hoje estamos vivendo uma racionalização burra e o que me parece é que a sociedade entrou em um túnel onde não há retorno e a única saída é fazer com G K Chesterton, e outros ateus convertidos ao Cristianismo, há se romper as paredes da falsa coerência ateia, para chegar a outros caminhos; falaram tanto de liberdade na revolução francesa, mas o que hoje constatamos é o homem escravo de si mesmo, um homem que não consegue vencer nem seus próprios impulsos, um homem que buscou sentido no tentar viver sem sentido algum. Triste fim de uma criação ser escrava da criatura!

Autor: Pedro Henrique Alves