Category Archives: Temas controversos

Democracia Vazia.

01Pego me questionando, depois de ler Platão, Aristóteles, Thomas Moore, Karl Marx, Chesterton e outros, o que é uma verdadeira democracia, Talvez para o estagirita e para Platão isso estava mais no âmbito da polis tão sonhada com o reino dos filósofos, Thomas Moore estava mais perdido em sua ilha imaginária, Chesterton, previa um Estado com bases sólidas em valores cristãos imutáveis, e Marx via um meio termo de Utopia de Thomas e uma igualdade de sua própria utopia do proletário, seja como for, estes pensadores idealizaram sua forma de democracia, mas verifique que o quase sinônimo de democracia é a liberdade; mas para Karl Marx e Thomas Moore não, para ambos a liberdade pode e deve ser suprimida pela igualdade, a igualdade se torna o deus velado destes seus sistemas. Mas no que isso acarreta? Veremos.

Não há democracia no Brasil, eu não há vejo, pois para mim a democracia consiste em haver sempre dois lados da moeda a serem postas ou contra-postas, hoje todos discursos políticos se resumem em defesas ideológicas de esquerda, até o capitalismo que sempre foi, um sistema econômico, aqui no Brasil virou uma ideologia social; os antigos, desde Atenas, até Roma, que não era nada democrática, sempre valorizou o debate, bem verdade que muitas vezes banhado a sangue; na idade média por vezes as praças se lotavam para ver debates religiosos, da Igreja com hereges, como se este fosse evento principal do mês. Desafio você ser liberal no Brasil, sem ganhar um rótulo de fascista, ou de opressor, desafio você ousar criticar Marx em uma universidade de humanas. Debata, e veja se a democracia paira sobre nosso país, ouse ser alguém que conteste o governo, ou Karl Marx, te redicularizaram, ou te dirão: ” você não viveu o regime militar”, como se eu tivesse escolhido os militares.

Talvez falte-nos o que nunca deixou de ser essencial ao ser humano, liberdade, na ditadura militar matavam pessoas para calar ideias, hoje matam ideias para calar as pessoas, afinal qual a tão aclamada, evolução social no país?

 

Autor: Pedro Henrique Alves

Israel está certo em sua ofensiva militar?

104Estamos assistindo nas ultimas semanas, o clima esquentando cada vez mais entre a Palestina e o Estado de Israel, mas qual posição devemos tomar diante disso? Isso eu eu pretendo responder, dando minha modesta opinião. A ONU na década de 40 resolveu então doar aos Judeus um território, e desde então as coisas não são nada pacíficas por lá. Israel é um Estado instituído pela ONU, ou seja, ao que parece esta em seu direito de se defender, alias, este é o assunto real que eu quero abordar é o direito real de exercer este ataque, ou seria antes, uma defesa? Bem, antes de mais nada, podemos afirmar com toda a certeza que o povo mais humilhado e massacrado de toda a história, junto aos negros escravos, foram os judeus, creio que as Organizações Nações Unidas cederam este direito de que este povo tivessem seu próprio território, não tão por uma diplomacia, ou até mesmo uma cortesia qualquer, e sim pelo peso na consciência pelo o acontecido principalmente na segunda grande guerra.

101A aproximadamente um mês estamos assistindo ofensiva israelense, na faixa de Gaza, que é controlada por Palestinos extremistas do Hamas, os israelenses a anos, sofrem atentados terroristas deste grupo, que já deixaram milhares de mortos, este grupo são totalmente hostis a qualquer outra religião que não a islâmica, inclusive a Cristã, não é difícil, achar vídeos de decapitações, mutilações a todo gosto por estes terroristas, os mosteiros e Igrejas Cristãs na Palestina convivem com medo e sob o julgo islâmico, há noticias que as casas Cristãs por exemplo, são marcadas com a Letra “N” em Israel, por terroristas ligados ao Hamas, para futuro ataques. (fonte: Gospel prime)

Me coloco na posição de chefe de Estado de Israel, vivendo com constantes ameaças, que não são como a Coreia do Norte, que fica balbuciando ameaças vazias, mas o Hamas não só ameaça como faz, eles lançam misseis em direção a cidades altamente, povoadas de Israel, que por competência possui ótimos sistemas de defesas contra misseis, o que eu quero dizer, é que não se trata de um ofensiva militar injustificada, até me questiono como não ocorreu antes. Não se pode conviver com uma ameaça dessas e dormir em paz. A grande mídia ao invés de mostrar as atrocidades cometidas por estes terroristas a décadas, mostrando seus atos que ultrapassam a barbárie hitlerista, apenas 103mostram as cidades Palestinas sendo destruídas, não que isso não seja lastimável, não estou aqui para defender a guerra, eu sou contra qualquer tipo de violência, mas temos de concordar que o direito de auto-defesa é sagrado, não pode se assistir um massacre em massa e ficar calado, ainda mais, quando o massacre é feito por motivos tão fúteis e contra seu povo. O exercito israelense, antes de atacar os alvos Palestino, eles jogam panfletos e avisam de outras formas, que aquele local será atacado, e o que o Hamas faz? Nada, ele manda que todos fiquem em suas residências, proíbe qualquer tipo de fuga, que se constatada, a pena é a morte, ou seja, a própria população se torna o escudo, dos chefões do Hamas, que diga-se de passagem, nestas horas está muito bem abrigado e escondido, enquanto em Israel, acontece o oposto, as defesas do estado se colocam na frente da população para defende-la, não se trata de uma defesa argumentativa a favor de Israel, isso é fato, quem acompanha as noticias, percebe isso.

Não compactuo, com qualquer tipo de violência, tenho nojo até, mas tenho ainda mais nojo, de alguém que lhe é negada o direito de defesa, assistimos a duas semanas a queda do avião da Malaysia Airlines, ao que tudo indica, foi abatido por milícias armadas pró Rússia, e todos nós ficamos indignados com tamanha covardia, o que aconteceu com este avião, foi seu abatimento sem qualquer chances de defesas, ora, não é isso eu ocorre, quando um maluco, resolve se lotar de bombas, e estourar-se a si próprio e a terceiros em um supermercado, hospitais, avenidas movimentadas, quando Cristãos, e Judeus, são decapitados, metralhados e mutilados em frente a seus filhos, enfim, não há como negar que Israel esta exercendo seu dever de defender seu povo, é claro que há de se ter moderação, afinal as crianças e velhos Palestinos não devem pagar pela loucura, de seus ditadores, mas quem os coloca em perigo de 102morte, são os próprios extremistas do Hamas, e depois a mídia vem defender terroristas, mostrando o número de mortos, mas digo que, quem causou antes a morte dos palestinos foram os próprios palestinos do Hamas, que os condenaram antes mesmo de qualquer ataque, ao negar seu direito de fugirem das zonas de conflito eminente; (se não acreditam, assistam este vídeo, existe uma tradução feita por Reinaldo Azevedo, mas se conhece a língua inglesa, fara a tradução simultânea através do vídeo, onde o porta-voz do Hamas, admite que eles usam as pessoas como escudos humanos, veja aqui) a guerra de Israel não é contra etnia, ou religião e sim com os terroristas, ao contrario do Hamas que sua guerra é contra toda uma nação por conta de suas crenças, a mídia manipuladora como sempre foi, decide para que lado devemos torcer, como se isso fosse um espetáculo. O governo brasileiro, para variar se colocou contra Israel, mas nisso não vou me deter, só falo uma coisa, um governo, em qual a presidente é ex-guerrilheira e amigo de Fidel Castro, alguém esperava algo além desta condenação?

Eu torço para a paz, que, a Palestina e Israel sejam prósperas, sem a guerra, cada um vivendo com seu espaço e suas crenças, mas que não seja negada a ninguém o direito de defesa.

Autor: Pedro Henrique Alves

Fonte: ALVES, Pedro Henrique, “Israel está certo em sua ofensiva militar?”, acesso em: (colocar a data de acesso), <https://proecclesiacatholica.wordpress.com/2014/07/24/israel-esta-ce…ensiva-militar>

Sou apenas um fiel que quer uma missa fiel.

96A Missa, ah meus irmãos… a Santa e eterna Missa, depois de 2000 anos ela ainda continua sendo motivo de escândalo para os homens de pouca fé, e a salvação para os que creem.

E Jesus continuou: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá para sempre. E o pão que eu vou dar é a minha própria carne, para que o mundo tenha a vida.” As autoridades dos judeus começaram a discutir entre si: “Como pode esse homem dar-nos a sua carne para comer?” João 6, 51 – 52

O escândalo da santa missa, não é coisa nova, já na época de Cristo, muitos se escandalizaram com seu sentido, e hoje este escândalo esta sendo encoberto pelas missas festivas, não se faz mais missas “calvário” que é justamente o que ela é, mas se faz missas inculturadas, para que sejam saborosas, e não salvífica, ao invés de corpo e sangue de Cristo literalmente, se tornou apenas um faz de conta, onde se oferta pão de padaria com tang de uva, e não me venha com o papinho que você conhece a verdade da missa, mas não se coloca em interiorização, não respeita como sendo o verdadeiro calvário de Cristo, o corpo e o comportamente te diz e diz a todos, inclusive a Deus, qual o resp97eito que você se coloca naquele momento; não me venha com o papinho, que a missa também é festa, porque não é. A missa é sacrifício desde quando ela é missa, este é seu ÚNICO e real sentido, me desculpem, mas se vocês ou eu querer uma missa diferente não fará dela uma missa diferente, entende? Ela é divina, ela é do céu, ela é de Deus e não dos homens, é para os homens mas não dos homens.

Vejo nos meios a qual eu convivo e de pessoas do qual eu tenho contato, como a missa vem sendo alvos de atentados, verdadeiros atos de terrorismo teológico e liturgico, sacerdotes que levam palhaços para o altar, sacerdotes que dão a hóstia para fiéis consagrarem, e até levam grupos semi-nús para fazer teatros na missa, missa-balada, enfim, virou um verdadeiro bordel de heresias, uma ramificação do inferno.

Não se trata nem mesmo de liturgia bem ou mal celebrada, isso era assunto quando ainda havia uma liturgia sendo celebrada, talvez o que verdadeiramente vemos hoje é a fumaça do inferno adentrando nossas paróquias, enquanto batemos palmas e dançamos, o Diabo bate palma e dança conosco, não sei em qual ponto da história houve tamanha troca do sagrado 57pelo o que é profano, não sei em qual época colocaram a margem toda essa sujeira, mas sei que se continuarmos pasmados, olhando tudo isso acontecer, chegará uma época que Cristo será ou uma ideia remota dentro das penumbras históricas, ou será um líder sindical não é mesmo Leonardo Boff? Mas o que isso tem ligação com a missa, vocês devem estar se questionando, ora, isso tem apenas TUDO a ver com a missa, a missa é a ÚNICA garantia 100% comprovada (através de milagres) que a presença do transcendente se faz imante, é o maior tesouro da Igreja, se algum dia a missa se desvirtuar, ou cessar, a Igreja Cai (se isso for possível), o Cristianismo verdadeiro cai, se a missa cessar sua ÚNICA identidade de ser Calvário vivo do céu, presença real de Deus na terra, não há mais porque ser cristão, “é mais fácil ficarmos sem o sol do que sem a Missa” (Santo Padre Pio).

A missa é o centro, pois na Missa Jesus é o centro, a liturgia não  tem o caráter de enfeite, não se trata de um buffet da Igreja, se trata de CÉU, se trata de divino, e qual a única Igreja que tem a garantia divina de ligação direta com o 100céu? Quando vejo as taças de ouro, quando eu vejo os candelabros, os ostensórios, o incenso, isso me remonta ao céu, a visão de João no apocalipse, isso me leva a comtemplar o divino, não cabe aqui uma visão social de “riqueza” versus proletariado, cabe aqui a visão teológica, a visão beatífica, onde a sociologia não tem espaço, a liturgia não deve, e nem pode ser pobre, porque ela tem que nos elevar a cidade celeste, o paraiso (ver Apocalipse 21, 19-21) pois ela quer nos elevar as “cidade de ouro purificado, como vidro transparente” (Apocalipse 21, 21b)

“Eu lhe darei as chaves do Reino do Céu, e o que você ligar na terra será ligado no céu, e o que você desligar na terra será desligado no céu.” (Mateus 16, 19) Somente a Igreja Católica pode nos dar isso, então não roubem isto de nós.

98Se a Igreja institui um missal, e uma regra litúrgica, mesmo que para vocês meus caros sacerdotes do altíssimo, mesmo que pareçam, palha, bobeira, besteira, coisa antiga ou velharias, mesmo que achem tudo isso da liturgia (adjetivos que já ouvi de sacerdotes), sigam até suas rubricas, pois a Igreja é a única na Terra que tem autoridade divina para dizer FAÇA E NÃO FAÇA. E esta autoridade é assinada por Cristo.

Eu sei que é duro ser fiel, também eu sofro com algumas questões eclesiais mas por amor, e fé eu sigo neste barco de Cristo, onde fora dele só há perdição, não sou santo, e sinceramente estou longe disso, tenho meus defeitos e olha, não são poucos, mas não abro mão da Igreja e nem de obedece-la é difícil ser fiel Jesus sabe: Depois que ouviram essas coisas, muitos discípulos de Jesus disseram: “Esse modo de falar é duro demais. Quem pode continuar ouvindo isso?” (João 6, 60). Mas isso “escandalizam vocês? Imaginem então se vocês virem o Filho do Homem subir para o lugar onde estava antes!”( João 6,61- 62.)

Este é um pedido de um filho de Deus, apenas isso, não sou nada mais que um dentre as ovelhas de Cristo que pede fidelidade a cabeça da Igreja (colossenses 1, 18), se não querem ser católicos saiam, não fiquem com a intenção de serem desobedientes, se querem ser fieis, mesmo que ainda não sejam, Deus os acolhe, Deus os ama, mais se querem pregar um evangelho diferente, se 99querem pregar uma doutrina diferente então Paulo diz o que deve ser feito: “seja excluído” (Gálatas 1, 9b). Queremos a missa de sempre, queremos a missa bem celebrada, não queremos musicais pop, ou solos de guitarra, isso achamos no you tube,  não queremos teatro, isso achamos na televisões e teatros espalhados pelas cidades, não queremos balada isso quem quiser acha em cada esquina, nós queremos a Missa da Igreja Católica Romana. E somente isso.

Sei que nem todos estão preparados para minha opinião, mas já não estavam para a verdade da eucaristia, muitos deixaram Jesus por conta da verdade: “A partir desse momento, muitos discípulos voltaram atrás, e não andavam mais com Jesus.” (João 6, 66), mas, Jesus lhe pergunta: “Vocês também querem ir embora?” (João 6, 67). A resposta é pessoal, mas eu prefiro a resposta de São Pedro: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Agora nós acreditamos e sabemos que tu és o Santo de Deus.” (João 6, 68 – 69)

Eu estou com Roma. E Você?

 

Autor: Um Fiel.

O Papa não é comunista, chorem corja de TL’s

“Eu digo que os comunistas têm roubado a bandeira. A bandeira dos pobres é cristão.” (fonte: Il Messaggero)

Isto foi dito pelo Sumo pontífice Bento XVI? Papa Pio XII? Papa Paulo VI? Não queridos “irmãos e queridas irmãs”, isto foi dito pelo Papa Francisco, aquele que aprovaria a Teologia da Libertação, e que apoia o sistema econômico comunista, aquele Papa que “romperia com a fé romana”.

Neste final de semana fui agraciado com uma entrevista, do Santo Padre ao Jornal Italiano “Il Messaggero”, no qual foram abordados vários assuntos mas principalmente política e corrupção (ver entrevista completa em Italiano).

Porém o que mais chamou atenção dos holofotes mundiais foi a crítica ao comunismo, uma crítica de certa forma pesada. Mas o que tanto assusta nesta crítica? É o fato de muitos acharem que o Papa Francisco era simpatizante da ideologia comunista, isto se deu desde o inicio de seu pontificado, onde seu jeito simples, e sua preocupação central com os pobres fizeram os comunistas, e o teólogos da libertação (que também são comunistas) quase terem um orgasmo, acreditando eles terem furado a grande muralha feita por Papa Pio XII que com seu decreto “Acta Apostolicae Sedis. De Roma, dia 1 de Julho de 1949” excomungava todos os comunistas e aliados de partidos comunistas, ou a teologia apologética de Papa Bento XVI que fechou as portas para a Teologia da Libertação com o documento expedido pela Sagrada congregação da Doutrina da Fé (instrução sobre alguns aspectos da teologia da libertação) de 1984.

O Papa Francisco sempre em sua teologia teve um especial zelo pelas ações pastorais, e a centralidade do evangelho nos pobres, mas ao contrário do que todos pensam, não se faz uma teologia dos pobres, somente com a teologia da libertação, muito pelo contrário, os trabalhos caritativos, e a preocupação com os pobres existem muito antes de Boff e sua “renca”. Afinal, Santo Antônio, São Francisco de Assis, ou Madre Teresa não leram: “Igreja, carisma e poder” para ajudarem os pobres, e nem cismaram com Roma atrás de um orgulho de si próprio. Bergoglio sempre esteve apoiado sobre a “Doutrina social da Igreja” desde quando era Padre em Buenos Aires, tanto que nas entrevista cedidas aqui no Brasil, por ocasião da JMJ sempre citou esta mesma “Doutrina Social da Igreja”, e nunca agiu com ato de aceitação do marxismo; em entrevista cedida ao “La stampa” Papa Francisco responde as críticas de sua carta apostólica “Evangelii Gaudium” teria sido de profundo teor marxista e em resposta ao jornal, ele afirmou : “que nada há na sua Exortação Evagelii Gaudium que não esteja conforme à Doutrina Social da Igreja.” Ou seja, de acordo com a doutrina Romana. (fonte: La Stampa)

O que eu vejo sinceramente é um grande achar pelos em ovos, o Papa não só não é marxista como a considera “uma ideologia errada”, (fonte: acidigital) o que vimos nesta sua ultima entrevista a II Messaggero, foi sua indignação, de que sempre que se fala em pobre se faz uma ligação ao Comunismo, ou ao marxismo, como se esta luta fossem deles e não da Igreja, sobre isto o Papa afirma com veemência:

“Eu digo que os comunistas têm roubado a bandeira. A bandeira dos pobres é cristão. A pobreza é o coração do Evangelho. Os pobres são o coração do Evangelho. Tome Mateus 25, o protocolo através do qual seremos julgados: eu estava com fome, eu estava com sede, eu estava na prisão, eu estava doente, nu. Ou olhe para as bem-aventuranças… Os comunistas dizem que esta é uma bandeira comunista. Sim, certo, vinte séculos depois. (risos)” (fonte: II Messaggero. Traduções minhas).

O Santo Padre, diz de uma forma discreta: “sou cristão, pois é de Cristo que vem o mandamento de cuidar dos desamparados e não de Marx”.

Francisco mostra que não só não é comunista, mas que não concorda com esta abordagem, levantar uma bandeira para os pobres, e outra para a guerra de classes não é, e nunca poderá ser Cristão. O Papa é Católico, e não rompera com a Fé Romana, se conformem com isso! Em uma entrevista no Roda Viva Leonardo Boff se mostrava entusiasmado com o Papa Francisco, como se ele fosse realmente abrir as portas de Roma para sua teologia marxista; só uma coisinha Boff, senta e chora nego.

Autor: Pedro Hemrique Alves

Para citar: ALVES, Pedro Henrique. O Papa não é comunista, chorem corja de TL’s, (acesso em: colocar data de acesso) <https://proecclesiacatholica.wordpress.com/2014/06/30/o-papa-nao-e-comunista-chorem-corja-de-tls/>

Hospital do Vaticano faz descoberta Inigualável. “Igreja contra Ciência? ‘aham’ Senta lá Claudia!” Opinião do filosofo Pedro Henrique

BAMBINO GESU', INAUGURATO NUOVO CENTRO OSPEDALE A SAN PAOLO - FOTO 7Não é raro ouvir que a Igreja é contrária a evolução científica, ou que ela é retrógrada, ou até que, a igreja engoliu a evolução da ciência, e blá blá blá… Mas uma notícia divulgada está semana nas penumbras quase que clandestinas da informação, nos dá o dado que o hospital do Vaticano “Bambino Gesù” (“Menino Jesus”), (que é um dos centros de estudos mais evoluídos na medicina) fez uma descoberta surpreendente, e que irá mudar a face do tratamento de células-tronco.

Mas antes de adentrar nos pormenores desta notícia, vou explicar por que usei da expressão “penumbras quase que clandestinas da informação”, usei desta expressão pois,  nos meios formais de jornalismo só encontrei dois sites com esta informação, sendo que uma delas tem ligação com a Igreja, e outro não, são estas as fontes desta noticia: “Aleteia“, e  o “CorreioMS” (até o fim deste artigo não haviam outros meios de jornalismo formal que deram esta notícia).

Voltando ao que interessa, o hospital do Vaticano através do professor Bruno Dallapiccola, diretor científico do hospital da Santa Sé, informou que ele e sua equipe tinham feito uma descoberta pioneira no campo de pesquisa de células-tronco, segundo o professor, esta descoberta permite a manipulação das células troncos para que o pai ou a mãe possa doar medula óssea a pessoa necessitada sem que seja necessário uma espera de uma medula compatível, WCENTER 0JGFCFUEND imgtoiati250506201859_4 Francesco Toiatiesta descoberta é maravilhosa, no que concerne a sua praticidade salvífica; hoje milhares de pessoas morrem de Leucemia, na espera de um doador compatível, e com esta descoberta as chances desta compatibilidade acontecer são enormes. Estes dados sobre a leucemia foram apresentadas em New Orleans, durante o congresso da Sociedade Americana de Hematologia(ASH) no mês de dezembro. (fonte: Aleteia)

Mas não somente no caso de leucemia esta descoberta irá ser aproveitada, mas também no caso de outras doenças como, imunodeficiência muito comum em crianças, doenças genéticas, leucemia e tumores no sangue (fonte: Aleteia). Enquanto muitos laboratórios estão desfrutando do oásis pernicioso dos estudos com células embrionárias, o Vaticano está mostrando serviço, está mostrando que é possível evolução sem degradação da moral, ou valores, e para os críticos que se conformam com discursinhos ateus, do tipo: “A igreja atrasou a evolução científica, ou a igreja é contrária a ciência” o que dirão 88agora? Que a descoberta foi uma acaso, do tipo do acaso que eles dão como explicação da origem universo? Mas uma vez a sociedade ateia tem de se calar perante a grandeza da Igreja, ao contrário USP,  Harvard entre outras, universidades que esbanjam suas descobertas, ou hospitais de pesquisas que mensalmente se mostra como pavões, o Vaticano trabalha calado, sem holofotes ou badalações, mas quando se manifesta, se manifesta para ajudar a humanidade, e não para balbuciar teorias (não desmerecendo as descobertas feitas por outros centros de estudos.).

Esta descoberta foi vinculada a revista científica “Blood” uma das mais 90conceituadas neste assunto, dos 23 pacientes em que esta técnica foi empregada ouve uma porcentagem de cura de 90%, ou seja, é de fato um caminho para cura de doenças que até pouco tempo atrás eram incuráveis.
Parabéns Vaticano, parabéns a todos profissionais do Hospital “Bambino Gesù” ao professor Bruno Dallapiccola, diretor desta pesquisa, que assim como a Igreja sempre fez, salvará mais vidas. Me desculpe pelo meus modos, mas chupem essa sociedade!

Autor: Pedro Henrique Alves

Para citar: ALVES, Pedro Henrique. Hospital do Vaticano faz descoberta pioneira com células-tronco, acesso: (colocar data de acesso). <https://proecclesiacatholica.wordpress.com/2014/06/25/hospital-do-vaticano-faz-descoberta-inigualavel/&gt;

Manisfesto de carentes

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Estou olhando, reparando e analisando a atuação dos “black blocks”, ou simplesmente “mascarados”, nas manifestações da copa do mundo, e reparo também a algum tempo as atitudes e discursos de pessoas ditas “revolucionárias” ou “salvadoras da pátria”, e consegui identificar dois princípios básicos constituintes destes grupos, que gostaria de analisar com vocês, reparem se não condiz com a realidade.

Carência social:

Tenho plena convicção que existem pessoas muito mais competente que eu para opinar nesta área, mas como o blog é meu e a opinião é minha eu discursarei aquilo que eu constatei; ( “:)” ) não é novidade a ninguém que na sociedade existam problemas como a da carência social, para Freud, isso se daria no processo natural de desenvolvimento do subconsciente chamado de fase “oral”, onde ele disserta que naquele momento antes do 5 anos qualquer deficiência de progressão natural do comportamento pode resultar em uma pessoa de constante solidão, e por consequência de grande carência, se queres minha sincera opinião, apesar de saber que Freud foi realmente “freud” eu penso que não tem “nada a ver” esta parte de sua teoria, porém qual seja a real situação que leve esta carência até nossos jovens hoje, isso se materializa em suas atitudes sociais e isso inclui o buscar ser visto. Neste passo ocorrem processos internos do qual ele abomina pessoas “iguais”, sendo assim, ele busca ser único e especial, se integrando então a um grupo de “pessoas diferentes” que ironicamente andam iguais, se vestem iguais, vivem iguais uns ao outros, respiram iguais e até possivelmente fazem suas necessidades iguais, ou seja, neste processo de carência social e busca de singularidade para ser respeitado, e visto por alguém, este acaba integrando-se a um grupo de “iguais” querendo ser diferentes ou pelo menos acreditando serem diferentes de todos (os famosos “opostos do sistema”).

Acontece com frequência, com os ditos revolucionários, que para serem diferentes se sujeitam a submissão de fazer o que o grupo manda, justamente para serem aceitos. Não é difícil achar em meio aos black blocks pessoas que nem sabem o que é partidarismo de esquerda e direita, quanto menos quem é Karl Marx, Durkheim, Weber, ou Bauman, no máximo viram o filme “V de Vingança” e se acharam profetas do povo, um Moisés da sociedade moderna, e no fundo não passam de uma carência de aceitação mal resolvida, seja da sociedade ou da fámilia que se transforma em revolta, ou um agir para agradar certos grupos.

Conhecimento fecal:

Porém, o que mais me deixa enfurecido é a verdadeira burrice de nossos “heróis” sociais; que não possuem em sua grande maioria o mínimo de um conhecimento social do que se reivindica, não conhecem um sociólogo a qual daria munição intelectual para debates, se perguntarmos quem é Karl Marx muitos me responderiam como um rapaz a qual eu perguntei – “é o cara que descobriu a evolução dos animais não foi?” – enfim, existe um despreparo real do intelecto em meio aos revolucionários, muitos me perguntaram, -por que as manifestações do ano passado não deram em nada?-.  É justamente por isso, as pessoas saíram na rua para queimar ônibus, para aparecerem na Globo, para fazerem bagunças e vandalismos, menos para debater racionalmente o futuro da nação e o agir em meio a politica. Enquanto sobreviver a ignorância maçante da população nada mudara, porque barulho uma hora cessa, vandalismo o dinheiro público repõe, mas um debate real com pessoas preparadas; isso os governantes temem, e fogem como Judas da Cruz.

Não sou contra manifestações, pelo contrário isso que faz um país democrático, porém, sem preparo intelectual, o que é protesto vira guerra urbana. A razão ainda continua sendo a melhor saída para uma nação melhor, um país de intelectos aptos é o terror de todo governo corrupto.

Conclusão:

Hoje o que temos nas ruas é uma cambada de inocentes despreparados intelectualmente, que podem ter vontade de mudar a realidade, (ou não, só querem aparecer e ser vândalos mesmo) mas só vontade não muda nada, a potência sem o ato é mero conceito, eu não acredito sinceramente que a realidade brasileira irá mudar com revoltas e protestos, apesar de achar ser o protesto uma meio lícito e democrático de reivindicações, porém acredito mais que quando o povo se revoltar contra a preguiça de ler um bom livro, quando o povo extinguir do seus ditames que “politica não se discute” ou que ao menos desligue a televisão quando estiver passando novela, quem sabe conseguiremos enxergar que a solução não esta nas massas quebrando a cidade de São Paulo por inteira, mas que a solução está sentado(a) no sofá da sua casa, isso mesmo, você, ensinando o seus filhos a serem responsáveis e cordiais, ensinando a importância da política, e que as práticas virtuosas ainda são o caminho para a sociedade livre, e finalmente na hora da eleição fazer uma verdadeira rebelião silenciosa contra os corruptos, contra esse governo esdruxulo e vil, que matou nos brasileiros o sentido de democracia, que tirou a soberania de um Estado com os “lambe bolas” de “cúba”, quem sabe se usarmos da faculdade mais básica de nossa espécie, a razão, não precisemos de revolucionários já que a verdadeira revolução esta em nós apartir daquele momento que resolvemos fazer algo ao invés de fazer nada.

Autor: Pedro Henrique Alves

Para citar: ALVES, Pedro Henrique. Manifesto de carentes. acesso em: <https://proecclesiacatholica.wordpress.com/2014/06/17/manisfesto-de-carentes/>

Sem palmas na missa por favor!

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Olá caro leitores, eu como tinha prometido nas redes sociais estou preparando dois artigos um sobre as “Cruzadas” e outro sobre a “Teologia da Libertação” mas um assunto foi muito colocado esta semana em minhas mãos sobre a polêmica das palmas na santa missa; antes de qualquer coisa quero dizer que ao contrário do que eu faço rotineiramente eu procurarei neste artigo usar de reflexões não somente minhas, mas também de pessoas do clero, que darão mais credibilidade do que um simples “leigo” que sou, sempre baseio minhas reflexões nas sólidas doutrinas da Igreja, mas hoje deixarei escancarado isso, então espero que leiam e se aprofundem.

Sacralidade Histórica:

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A santa missa desde de o cristianismo primitivo, na teologia católica ela teve um único e específico sentido, que é reviver o sacrifício do calvário, nas palavras do mais renomado Biblista católico Scott Hahn: “Era a Eucaristia: a representação do sacrifício de Jesus Cristo, a refeição sacramental em que os Cristãos consumiam o corpo e o sangue de Jesus.” (Hahn, 2011. P 37), creio que até aqui não haja desavenças de opiniões, até porque se houver já estamos no âmbito da heresia, mas enfim, continuemos, sendo assim a igreja desde seus primórdios viu que se necessitava de uma certa “sacralidade” quando havia a eucaristia envolvido, afinal não era mero simbolismo, ou teatro mas sim o verdadeiro sacrifício de Jesus. A verdade é que os primeiros cristãos já tinha esta visão de que a eucaristia é sacrifício de Jesus, isto é um fato para os teólogos, é óbvio que cada um vivia a sacralidade que lhe era próprio de seu tempo, os primeiros cristãos não havia paramentos de ouro, nem vestes tecidas a linho nobre, pois eram perseguidos e não eram de poder aquisitivo elevado em sua maioria, mas havia o respeito único e primordial com o corpo de Cristo, é com certeza a contemplação algo típico dos primeiros cristãos, até por que os judeus em seus ritos previam regras quase que super-sacras, ao ponto de somente o sumo sacerdote ter contato com os “santo dos santos” prevendo um respeito divino para com os ritos. Chegando à idade média a Igreja se viu envolta de beleza, e presentes de reinos cristãos, presentes estes como ouro, terras, obras de artes e até catedrais feitas por reis em honra a suas devoções pessoais, através desta riqueza podendo assim elevar a eucaristia ainda mais ao nível de sagrado, agora adornando Jesus como um rei (Ap 1, 5), muito merecido dado as discrições do livro do apocalipse; para Scott Hahn e para a Igreja o apocalipse é a chave para compreensão da missa, e na missa vemos toda soberania descrita no apocalipse, Jesus como Rei, nossa Senhora como Rainha, os santos ao redor do cordeiro, os sete candelabros de ouro (Ap1, 12) até as vestes do sacerdote (Ap 1, 13).

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Você deve estar se perguntando mais o que tudo isso tem a ver com as palmas? Ora, tem tudo a ver, a missa tem dois princípios básicos quanto ao rito eucarístico, ela é o sacrifício de Jesus, e ela é solene pois representa o celeste, a céu na terra, ai vamos para o segundo tópico, sobre a essência da santa missa.

Missa e sua essência:

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A santa missa foi feita em para ser reflexiva e não festiva, foi feito para revivermos o dia do sacrifício, “0 mistério eucarístico disjunto da própria natureza sacrifical e sacramental deixa simplesmente de ser tal” (João Paulo II, 1980) este é o sentido mais intrínseco de sagrado e sacralidade Cristã, não supõe nem danças, palmas ou músicas que não contem melodias sacramentais, isto pode ser duro de ler para algumas pessoas, mas a essência da missa, não é festiva e sim reflexiva de alto grau de interioridade; diante da Cruz de Cristo ninguém mais bateu palmas a não ser os assassinos de Cristo.

Para dar mais credibilidade a minha fala, vamos ver o que Papa Bento XVI ainda como Cardeal Joseph Ratzinger disse:

“A dança não é uma forma de expressão cristã”. Já no século III, os círculos gnóstico-docéticos [portanto, uma Heresia!] tentaram introduzi-la na Liturgia. Eles consideravam a crucificação apenas como uma aparência: segundo eles, Cristo nunca abandonou o corpo, porque nunca chegou a encarnar antes da sua paixão; consequentemente, a dança podia ocupar o lugar da Liturgia da Cruz, tendo a cruz sido apenas uma aparência. As danças culturais das diversas religiões são orientadas de maneiras variadas – invocação, magia analógica, êxtase místico; porém, nenhuma dessas formas corresponde à orientação interior da Liturgia do “Sacrifício da Palavra”. É totalmente absurdo – na tentativa de tornar a Liturgia “mais atraente” – recorrer a espetáculos de pantomimas de dança – possivelmente com grupos profissionais – que, muitas vezes (e do ponto de vista do seu desígnio com razão), terminam em aplauso. Sempre que haja aplauso pelos atos humanos na Liturgia, é sinal de que a natureza se perdeu inteiramente, tendo sido substituída por diversão de gênero religioso. […] A Liturgia só pode atrair pessoas olhando para Deus e não para ela própria; deixando-O ingressar e agir.” (Ratzinger, 2010. P 146 – 147, grifos meus).

Influências negativas na compreensão de missa:

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A missa não suporta palmas, danças, shows, músicas, como solos de guitarras ou baterias de shows de rock ou ritmos profanos que sejam, ao passar do tempo pós concílio Vaticano II, tivemos uma grande influência pentecostal protestante nos movimentos carismáticos católicos, principalmente nas décadas de 70 à 90, em que não se previa tanto o uso reflexivo da razão para se amadurecer a fé, mas sim exaltar a emoção e por vezes até o extremo emocionalismo, e outra influência grande pós concilio Vaticano II foi o advento da teologia da libertação, também principalmente nas décadas de 70 à 90, que quis fazer da liturgia um convívio social destituído da hierarquia divina e trazer o transcendente para um mísero agir social imanente, ou um convívio de amigos que o que menos importava era a eucaristia como sendo o próprio Deus. Neste pano de fundo houve duas grandes deformações no campo eucarístico, a primeira foi a exaltação exacerbada da emoção e a quebra do silêncio reflexivo para se ter orações de cunho emotivas, muitas vezes tirando a atenção de Deus e colocando na forma de oração pentecostal; e a segunda deformação do espírito eucarístico provido pela Teologia da Libertação, foi o desprezo para com o sagrado, a queda do sentido de obediência e respeito para com a eucaristia e a liturgia, a destruição para com o seu significado  sacrificial singular para os católicos, a missa se tornou uma rotina superficial, ou encontros sociais, mas menos o comungar do Deus vivo e sacrificado no altar.

As palmas não são litúrgicas:

As palmas distraem, retira o momento solene de sacralidade e dispersa a atenção que deveria ser única e exclusiva a Deus para uma convenção social em massa (salva de palmas, ou danças). Bom, se você procura ser inteiramente fiel à Igreja e suas diretrizes, eis mais um motivo, o Missal não prevê palmas, logo se não prevê é porque não havia de se ter palmas na missa, o Missal é um “manual de missa” em que tudo que se refere à missa esta ali. Usando da lógica, se o que se vive no altar da santa missa é o sacrifício de Jesus, qual o sentido das palmas? Para quem quer argumentar que na missa africana existe a dança como algo previsto pelo Missal, o Cardeal Francis Arinze (Cardeal da Nigéria) fala sobre isso:

“As pessoas que estão discutindo dança litúrgica deveriam usar o seu tempo rezando o Rosário, ou (…) lendo um dos documentos do Papa sobre a Sagrada Eucaristia. Nós já temos problemas suficientes. Por que banalizar mais? Por que dessacralizar mais? Já não temos confusão suficiente?” (fonte, Grifos meus);

para finalizar as palavras de um Bispo brasileiro, Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, Bispo auxiliar de Niterói:

“Porque bater palmas é um gesto que dispersa e distrai das finalidades da missa gerando um clima emocional que faz passar a assembleia de povo sacerdotal orante à massa de torcedores, inviabilizando o recolhimento interior.” (fonte),

“Roma Locuta, Causa fina est” = “Roma falou, Caso encerrado” (Santo Agostinho), e ponto final.

Frase que marca:

“A liturgia não vive de surpresas simpáticas, de invenções cativantes, mas de repetições solenes. Não deve exprimir a atualidade e o seu efêmero, mas o mistério do Sagrado.” (Bento XVI, comentário a Carta Apostólica Domenica Caena)

Bibliografia:

HANH, Scott. O banquete do Cordeiro. 5º Edição. Edições Loyola: Ipiranga, SP

RATZINGER, Joseph. Introdução ao espírito da Liturgia. 3ª Edição. Paulinas: Prior Velho, Portugal.

Biblia Ave Maria, Edições de estudos. 3º Edição. Editora Ave Maria. São Paulo

PAULO II, João. Carta Apostólica Domenica Caena, 24/02/1980

http://ocatequista.com.br/archives/5571#sthash.QuKGAtCc.dpuf, acessado em: 31/05/2014.

, acessado em: 31/05/2014.

Autor: Pedro Henrique Alves

Revisora: Brenda Lorene

Para citar: ALVES, Pedro Henrique, “Sem palmas na missa por favor!”; <https://proecclesiacatholica.wordpress.com/2014/05/31/sem-palmas-na-missa-por-favor/>