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A revolução do proletariado em Karl Marx: Onde nasce a ditadura!

Este artigo, foi trabalho de uma longa pesquisa sobre o assunto, que visa compreender como se daria a revolução do proletariado teorizado por Karl Marx, e se este teve uma certa culpabilidade com as ditaduras do século passado, e se estes ditadores encontram em Marx, uma teoria que lhes dão base para suas ditaduras, é um artigo bem elaborado, e que leva algumas conclusões que não agradam a sociedade moderna, mas que creio ser de suma importância, aquilo que não estudam, e que não te dizem. Marx não foi um ser pacifico, e eu lhe provo isso com o próprio Marx.

Este presente artigo, foi um trabalho desenvolvido para a universidade para qual estudo, peço que se for citar, deem os devidos créditos.

54Resumo          

Este artigo tratará de um assunto de suma importância e ao mesmo tempo de incrível desprezo por parte de alguns acadêmicos no Brasil, eu analisarei duas importantes obras de Karl Marx, e mais alguns livros que achei de relevância o uso para a pesquisa, exporei minhas críticas à alguns aspectos de sua teoria revolucionária, me atentarei à Continuar a ler

O Papa não é comunista, chorem corja de TL’s

“Eu digo que os comunistas têm roubado a bandeira. A bandeira dos pobres é cristão.” (fonte: Il Messaggero)

Isto foi dito pelo Sumo pontífice Bento XVI? Papa Pio XII? Papa Paulo VI? Não queridos “irmãos e queridas irmãs”, isto foi dito pelo Papa Francisco, aquele que aprovaria a Teologia da Libertação, e que apoia o sistema econômico comunista, aquele Papa que “romperia com a fé romana”.

Neste final de semana fui agraciado com uma entrevista, do Santo Padre ao Jornal Italiano “Il Messaggero”, no qual foram abordados vários assuntos mas principalmente política e corrupção (ver entrevista completa em Italiano).

Porém o que mais chamou atenção dos holofotes mundiais foi a crítica ao comunismo, uma crítica de certa forma pesada. Mas o que tanto assusta nesta crítica? É o fato de muitos acharem que o Papa Francisco era simpatizante da ideologia comunista, isto se deu desde o inicio de seu pontificado, onde seu jeito simples, e sua preocupação central com os pobres fizeram os comunistas, e o teólogos da libertação (que também são comunistas) quase terem um orgasmo, acreditando eles terem furado a grande muralha feita por Papa Pio XII que com seu decreto “Acta Apostolicae Sedis. De Roma, dia 1 de Julho de 1949” excomungava todos os comunistas e aliados de partidos comunistas, ou a teologia apologética de Papa Bento XVI que fechou as portas para a Teologia da Libertação com o documento expedido pela Sagrada congregação da Doutrina da Fé (instrução sobre alguns aspectos da teologia da libertação) de 1984.

O Papa Francisco sempre em sua teologia teve um especial zelo pelas ações pastorais, e a centralidade do evangelho nos pobres, mas ao contrário do que todos pensam, não se faz uma teologia dos pobres, somente com a teologia da libertação, muito pelo contrário, os trabalhos caritativos, e a preocupação com os pobres existem muito antes de Boff e sua “renca”. Afinal, Santo Antônio, São Francisco de Assis, ou Madre Teresa não leram: “Igreja, carisma e poder” para ajudarem os pobres, e nem cismaram com Roma atrás de um orgulho de si próprio. Bergoglio sempre esteve apoiado sobre a “Doutrina social da Igreja” desde quando era Padre em Buenos Aires, tanto que nas entrevista cedidas aqui no Brasil, por ocasião da JMJ sempre citou esta mesma “Doutrina Social da Igreja”, e nunca agiu com ato de aceitação do marxismo; em entrevista cedida ao “La stampa” Papa Francisco responde as críticas de sua carta apostólica “Evangelii Gaudium” teria sido de profundo teor marxista e em resposta ao jornal, ele afirmou : “que nada há na sua Exortação Evagelii Gaudium que não esteja conforme à Doutrina Social da Igreja.” Ou seja, de acordo com a doutrina Romana. (fonte: La Stampa)

O que eu vejo sinceramente é um grande achar pelos em ovos, o Papa não só não é marxista como a considera “uma ideologia errada”, (fonte: acidigital) o que vimos nesta sua ultima entrevista a II Messaggero, foi sua indignação, de que sempre que se fala em pobre se faz uma ligação ao Comunismo, ou ao marxismo, como se esta luta fossem deles e não da Igreja, sobre isto o Papa afirma com veemência:

“Eu digo que os comunistas têm roubado a bandeira. A bandeira dos pobres é cristão. A pobreza é o coração do Evangelho. Os pobres são o coração do Evangelho. Tome Mateus 25, o protocolo através do qual seremos julgados: eu estava com fome, eu estava com sede, eu estava na prisão, eu estava doente, nu. Ou olhe para as bem-aventuranças… Os comunistas dizem que esta é uma bandeira comunista. Sim, certo, vinte séculos depois. (risos)” (fonte: II Messaggero. Traduções minhas).

O Santo Padre, diz de uma forma discreta: “sou cristão, pois é de Cristo que vem o mandamento de cuidar dos desamparados e não de Marx”.

Francisco mostra que não só não é comunista, mas que não concorda com esta abordagem, levantar uma bandeira para os pobres, e outra para a guerra de classes não é, e nunca poderá ser Cristão. O Papa é Católico, e não rompera com a Fé Romana, se conformem com isso! Em uma entrevista no Roda Viva Leonardo Boff se mostrava entusiasmado com o Papa Francisco, como se ele fosse realmente abrir as portas de Roma para sua teologia marxista; só uma coisinha Boff, senta e chora nego.

Autor: Pedro Hemrique Alves

Para citar: ALVES, Pedro Henrique. O Papa não é comunista, chorem corja de TL’s, (acesso em: colocar data de acesso) <https://proecclesiacatholica.wordpress.com/2014/06/30/o-papa-nao-e-comunista-chorem-corja-de-tls/>