Tag Archives: Igreja Católica

Onde estão os lobos?

74Muitas pessoas estão me questionando se eu me converti, se eu me tornei ateu, ou qualquer coisa do tipo, creio que este questionamento decorre do fato, que nos últimos 6 meses tenho escrito mais (bem mais) sobre política e assuntos mais sociológicos, dizem que me tornei “um anti-comunismo ferrenho e sem pudor, um dos mais promissores jovens liberais moderno” para citar um colunista marxista que me citou em seus artigos. Bom, vamos esclarecer os fatos, não me converti, continuo
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Jogador alemão abandona carreira aos 24 anos para virar padre

jogador alemao

Um atacante alemão resolveu mudar completamente de vida. Aos 24 anos, Sebastian Piotrowski, que estava jogando no Elversberg, da 3ª divisão do país, vai largar o futebol para virar padre.

“Eu queria isso há muito tempo. Por algum tempo eu tentei manter as duas carreiras em paralelo, o estudo de teologia com o futebol, mas isso ficou muito difícil. Tive essa escolha de não perder mais tempo com a bola nos pés e me envolver com o plano de Deus. Acho que é nisso que tenho que focar meu trabalho”, disse Piotrowski, ao Bild. Continuar a ler

Sou apenas um fiel que quer uma missa fiel.

96A Missa, ah meus irmãos… a Santa e eterna Missa, depois de 2000 anos ela ainda continua sendo motivo de escândalo para os homens de pouca fé, e a salvação para os que creem.

E Jesus continuou: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá para sempre. E o pão que eu vou dar é a minha própria carne, para que o mundo tenha a vida.” As autoridades dos judeus começaram a discutir entre si: “Como pode esse homem dar-nos a sua carne para comer?” João 6, 51 – 52

O escândalo da santa missa, não é coisa nova, já na época de Cristo, muitos se escandalizaram com seu sentido, e hoje este escândalo esta sendo encoberto pelas missas festivas, não se faz mais missas “calvário” que é justamente o que ela é, mas se faz missas inculturadas, para que sejam saborosas, e não salvífica, ao invés de corpo e sangue de Cristo literalmente, se tornou apenas um faz de conta, onde se oferta pão de padaria com tang de uva, e não me venha com o papinho que você conhece a verdade da missa, mas não se coloca em interiorização, não respeita como sendo o verdadeiro calvário de Cristo, o corpo e o comportamente te diz e diz a todos, inclusive a Deus, qual o resp97eito que você se coloca naquele momento; não me venha com o papinho, que a missa também é festa, porque não é. A missa é sacrifício desde quando ela é missa, este é seu ÚNICO e real sentido, me desculpem, mas se vocês ou eu querer uma missa diferente não fará dela uma missa diferente, entende? Ela é divina, ela é do céu, ela é de Deus e não dos homens, é para os homens mas não dos homens.

Vejo nos meios a qual eu convivo e de pessoas do qual eu tenho contato, como a missa vem sendo alvos de atentados, verdadeiros atos de terrorismo teológico e liturgico, sacerdotes que levam palhaços para o altar, sacerdotes que dão a hóstia para fiéis consagrarem, e até levam grupos semi-nús para fazer teatros na missa, missa-balada, enfim, virou um verdadeiro bordel de heresias, uma ramificação do inferno.

Não se trata nem mesmo de liturgia bem ou mal celebrada, isso era assunto quando ainda havia uma liturgia sendo celebrada, talvez o que verdadeiramente vemos hoje é a fumaça do inferno adentrando nossas paróquias, enquanto batemos palmas e dançamos, o Diabo bate palma e dança conosco, não sei em qual ponto da história houve tamanha troca do sagrado 57pelo o que é profano, não sei em qual época colocaram a margem toda essa sujeira, mas sei que se continuarmos pasmados, olhando tudo isso acontecer, chegará uma época que Cristo será ou uma ideia remota dentro das penumbras históricas, ou será um líder sindical não é mesmo Leonardo Boff? Mas o que isso tem ligação com a missa, vocês devem estar se questionando, ora, isso tem apenas TUDO a ver com a missa, a missa é a ÚNICA garantia 100% comprovada (através de milagres) que a presença do transcendente se faz imante, é o maior tesouro da Igreja, se algum dia a missa se desvirtuar, ou cessar, a Igreja Cai (se isso for possível), o Cristianismo verdadeiro cai, se a missa cessar sua ÚNICA identidade de ser Calvário vivo do céu, presença real de Deus na terra, não há mais porque ser cristão, “é mais fácil ficarmos sem o sol do que sem a Missa” (Santo Padre Pio).

A missa é o centro, pois na Missa Jesus é o centro, a liturgia não  tem o caráter de enfeite, não se trata de um buffet da Igreja, se trata de CÉU, se trata de divino, e qual a única Igreja que tem a garantia divina de ligação direta com o 100céu? Quando vejo as taças de ouro, quando eu vejo os candelabros, os ostensórios, o incenso, isso me remonta ao céu, a visão de João no apocalipse, isso me leva a comtemplar o divino, não cabe aqui uma visão social de “riqueza” versus proletariado, cabe aqui a visão teológica, a visão beatífica, onde a sociologia não tem espaço, a liturgia não deve, e nem pode ser pobre, porque ela tem que nos elevar a cidade celeste, o paraiso (ver Apocalipse 21, 19-21) pois ela quer nos elevar as “cidade de ouro purificado, como vidro transparente” (Apocalipse 21, 21b)

“Eu lhe darei as chaves do Reino do Céu, e o que você ligar na terra será ligado no céu, e o que você desligar na terra será desligado no céu.” (Mateus 16, 19) Somente a Igreja Católica pode nos dar isso, então não roubem isto de nós.

98Se a Igreja institui um missal, e uma regra litúrgica, mesmo que para vocês meus caros sacerdotes do altíssimo, mesmo que pareçam, palha, bobeira, besteira, coisa antiga ou velharias, mesmo que achem tudo isso da liturgia (adjetivos que já ouvi de sacerdotes), sigam até suas rubricas, pois a Igreja é a única na Terra que tem autoridade divina para dizer FAÇA E NÃO FAÇA. E esta autoridade é assinada por Cristo.

Eu sei que é duro ser fiel, também eu sofro com algumas questões eclesiais mas por amor, e fé eu sigo neste barco de Cristo, onde fora dele só há perdição, não sou santo, e sinceramente estou longe disso, tenho meus defeitos e olha, não são poucos, mas não abro mão da Igreja e nem de obedece-la é difícil ser fiel Jesus sabe: Depois que ouviram essas coisas, muitos discípulos de Jesus disseram: “Esse modo de falar é duro demais. Quem pode continuar ouvindo isso?” (João 6, 60). Mas isso “escandalizam vocês? Imaginem então se vocês virem o Filho do Homem subir para o lugar onde estava antes!”( João 6,61- 62.)

Este é um pedido de um filho de Deus, apenas isso, não sou nada mais que um dentre as ovelhas de Cristo que pede fidelidade a cabeça da Igreja (colossenses 1, 18), se não querem ser católicos saiam, não fiquem com a intenção de serem desobedientes, se querem ser fieis, mesmo que ainda não sejam, Deus os acolhe, Deus os ama, mais se querem pregar um evangelho diferente, se 99querem pregar uma doutrina diferente então Paulo diz o que deve ser feito: “seja excluído” (Gálatas 1, 9b). Queremos a missa de sempre, queremos a missa bem celebrada, não queremos musicais pop, ou solos de guitarra, isso achamos no you tube,  não queremos teatro, isso achamos na televisões e teatros espalhados pelas cidades, não queremos balada isso quem quiser acha em cada esquina, nós queremos a Missa da Igreja Católica Romana. E somente isso.

Sei que nem todos estão preparados para minha opinião, mas já não estavam para a verdade da eucaristia, muitos deixaram Jesus por conta da verdade: “A partir desse momento, muitos discípulos voltaram atrás, e não andavam mais com Jesus.” (João 6, 66), mas, Jesus lhe pergunta: “Vocês também querem ir embora?” (João 6, 67). A resposta é pessoal, mas eu prefiro a resposta de São Pedro: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Agora nós acreditamos e sabemos que tu és o Santo de Deus.” (João 6, 68 – 69)

Eu estou com Roma. E Você?

 

Autor: Um Fiel.

Hospital do Vaticano faz descoberta Inigualável. “Igreja contra Ciência? ‘aham’ Senta lá Claudia!” Opinião do filosofo Pedro Henrique

BAMBINO GESU', INAUGURATO NUOVO CENTRO OSPEDALE A SAN PAOLO - FOTO 7Não é raro ouvir que a Igreja é contrária a evolução científica, ou que ela é retrógrada, ou até que, a igreja engoliu a evolução da ciência, e blá blá blá… Mas uma notícia divulgada está semana nas penumbras quase que clandestinas da informação, nos dá o dado que o hospital do Vaticano “Bambino Gesù” (“Menino Jesus”), (que é um dos centros de estudos mais evoluídos na medicina) fez uma descoberta surpreendente, e que irá mudar a face do tratamento de células-tronco.

Mas antes de adentrar nos pormenores desta notícia, vou explicar por que usei da expressão “penumbras quase que clandestinas da informação”, usei desta expressão pois,  nos meios formais de jornalismo só encontrei dois sites com esta informação, sendo que uma delas tem ligação com a Igreja, e outro não, são estas as fontes desta noticia: “Aleteia“, e  o “CorreioMS” (até o fim deste artigo não haviam outros meios de jornalismo formal que deram esta notícia).

Voltando ao que interessa, o hospital do Vaticano através do professor Bruno Dallapiccola, diretor científico do hospital da Santa Sé, informou que ele e sua equipe tinham feito uma descoberta pioneira no campo de pesquisa de células-tronco, segundo o professor, esta descoberta permite a manipulação das células troncos para que o pai ou a mãe possa doar medula óssea a pessoa necessitada sem que seja necessário uma espera de uma medula compatível, WCENTER 0JGFCFUEND imgtoiati250506201859_4 Francesco Toiatiesta descoberta é maravilhosa, no que concerne a sua praticidade salvífica; hoje milhares de pessoas morrem de Leucemia, na espera de um doador compatível, e com esta descoberta as chances desta compatibilidade acontecer são enormes. Estes dados sobre a leucemia foram apresentadas em New Orleans, durante o congresso da Sociedade Americana de Hematologia(ASH) no mês de dezembro. (fonte: Aleteia)

Mas não somente no caso de leucemia esta descoberta irá ser aproveitada, mas também no caso de outras doenças como, imunodeficiência muito comum em crianças, doenças genéticas, leucemia e tumores no sangue (fonte: Aleteia). Enquanto muitos laboratórios estão desfrutando do oásis pernicioso dos estudos com células embrionárias, o Vaticano está mostrando serviço, está mostrando que é possível evolução sem degradação da moral, ou valores, e para os críticos que se conformam com discursinhos ateus, do tipo: “A igreja atrasou a evolução científica, ou a igreja é contrária a ciência” o que dirão 88agora? Que a descoberta foi uma acaso, do tipo do acaso que eles dão como explicação da origem universo? Mas uma vez a sociedade ateia tem de se calar perante a grandeza da Igreja, ao contrário USP,  Harvard entre outras, universidades que esbanjam suas descobertas, ou hospitais de pesquisas que mensalmente se mostra como pavões, o Vaticano trabalha calado, sem holofotes ou badalações, mas quando se manifesta, se manifesta para ajudar a humanidade, e não para balbuciar teorias (não desmerecendo as descobertas feitas por outros centros de estudos.).

Esta descoberta foi vinculada a revista científica “Blood” uma das mais 90conceituadas neste assunto, dos 23 pacientes em que esta técnica foi empregada ouve uma porcentagem de cura de 90%, ou seja, é de fato um caminho para cura de doenças que até pouco tempo atrás eram incuráveis.
Parabéns Vaticano, parabéns a todos profissionais do Hospital “Bambino Gesù” ao professor Bruno Dallapiccola, diretor desta pesquisa, que assim como a Igreja sempre fez, salvará mais vidas. Me desculpe pelo meus modos, mas chupem essa sociedade!

Autor: Pedro Henrique Alves

Para citar: ALVES, Pedro Henrique. Hospital do Vaticano faz descoberta pioneira com células-tronco, acesso: (colocar data de acesso). <https://proecclesiacatholica.wordpress.com/2014/06/25/hospital-do-vaticano-faz-descoberta-inigualavel/&gt;

Padre converte uma cidade inteira pela sua batina!

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Levar a Deus todas as almas que seja possível”. O padre Michel Marie Zanotti Sorkine tomou esta frase a sério, e é o seu principal o objetivo como sacerdote.

É o que está a fazer depois de ter transformado uma igreja a ponto de fechar e de ser demolida na paróquia com mais vida de Marselha. O mérito é ainda maior dado que o templo está no bairro com uma enorme presença de muçulmanos numa cidade em que menos de 1% da população é católica praticante.

Foi um músico de sucessoA chave para este sacerdote que antes foi músico de êxito em cabarés de Paris e Montecarlo é a “presença”, tornar Deus presente no mundo de hoje. As portas da sua igreja estão abertas de par em par o dia inteiro e veste de batina porque “todos, cristãos ou não, têm direito a ver um sacerdote fora da igreja”.
Na Missa: de 50 a 700 assistentesO balanço é impressionante. Quando em 2004 chegou à paróquia de S. Vicente de Paulo no centro de Marselha a igreja estava fechada durante a semana e a única missa dominical era celebrada na cripta para apenas 50 pessoas. Segundo o que conta, a primeira coisa que fez foi abrir a igreja todos os dias e celebrar no altar-mor. Agora a igreja fica aberta quase todo o dia e é preciso ir buscar cadeiras para receber todos os fiéis. Mais de 700 todos os domingos, e mais ainda nas grandes festas. Converteu-se num fenômeno de massas não só em Marselha mas em toda a França, com reportagens nos meios de comunicação de todo o país, atraídos pela quantidade de conversões.
Um novo “Cura de Ars” numa Marselha agnóstica
Uma das iniciativas principais do padre Zanotti Sorkine para revitalizar a fé da paróquia e conseguir a afluência de pessoas de todas as idades e condições sociais é a confissão. Antes da abertura do templo às 8h00 da manhã já há gente à espera à porta para poder receber este sacramento ou para pedir conselho a este sacerdote francês.

Os fregueses contam que o padre Michel Marie está boa parte do dia no confessionário, muitas vezes até depois das onze da noite. E se não está lá, anda pelos corredores ou na sacristia consciente da necessidade de que os padres estejam sempre visíveis e próximos, para ir em ajuda de todo aquele que precisa.

A igreja sempre abertaOutra das suas originalidades mais características é a ter a igreja permanentemente aberta. Isto gerou críticas de outros padres da diocese mas ele assegura que a missão da paróquia é “permitir e facilitar o encontro do homem com Deus” e o padre não pode ser um obstáculo para que isso aconteça.

O templo deve favorecer a relação com DeusNuma entrevista a uma televisão disse estar convencido de que “se hoje em dia a igreja não está aberta é porque de certa maneira não temos nada a propor, que tudo o que oferecemos já acabou. No nosso caso em que a igreja está aberta todo o dia, há gente que vem, praticamente nunca tivemos roubos, há gente que reza e garanto que a85 igreja se transforma em instrumento extraordinário que favorece o encontro entre a alma e Deus”.

Foi a última oportunidade para salvar a paróquiaO bispo mandou-o para esta paróquia como último recurso para a salvar, e fê-lo de modo literal quando lhe disse que abrisse as portas. “Há cinco portas sempre abertas e todo o mundo pode ver a beleza da casa de Deus“. 90.000 carros e milhares de transeuntes passam e vêem a igreja aberta e com os padres à vista. Este é o seu método: a presença de Deus e da sua gente no mundo secularizado.

A importância da liturgia e da limpezaE aqui está outro ponto chave para este sacerdote. Assim que tomou posse, com a ajuda de um grupo de leigos renovou a paróquia, limpou-a e deixou-a resplandecente. Para ele este é outro motivo que levou as pessoas a voltarem à igreja: “Como é podemos querer que as pessoas acreditem que Cristo vive num lugar se esse lugar não estiver impecável? É impossível.”
Por isso, as toalhas do altar e do sacrário têm um branco imaculado. “É o pormenor que faz a diferença. Com o trabalho bem feito damos conta do amor que manifestamos às pessoas e às coisas”. De maneira taxativa assegura: ”Estou convicto que quando se entra numa igreja onde não está tudo impecável, é impossível acreditar na presença gloriosa de Jesus”.
A liturgia torna-se o ponto central do seu ministério e muitas pessoas sentiram-se atraídas a esta igreja pela riqueza da Eucaristia. “Esta é a beleza que conduz a Deus“, afirma.
As missas estão sempre cheias e incluem procissões solenes, incenso, cânticos bem cantados… Tudo ao detalhe. “Tenho um cuidado especial com a celebração da Missa para mostrar o significado do sacrifício eucarístico e a realidade da sua Presença”. “A vida espiritual não é concebível sem a adoração do Santíssimo Sacramento e sem um ardente amor a Maria”, por isso introduziu a adoração e o terço diário, rezado por estudantes e jovens.
Os sermões são também muito aguardados e, inclusive, os paroquianos põem-nos online. Há sempre uma referência à conversão, para a salvação do homem. Na sua opinião, a falta desta mensagem na Igreja de hoje “é talvez uma das principais causas de indiferença religiosa que vivemos no mundo contemporâneo”. Acima de tudo clareza na mensagem evangélica. Por isso previne quanto à frase tão gasta de que “vamos todos para o céu”. Para ele esta é uma “música que nos pode enganar”, pois é preciso lutar, a começar pelo padre, para chegar até ao Paraíso.
O padre da batina

Se alguma coisa distingue este sacerdote alto num bairro de maioria muçulmana é a batina, que veste sempre, e o terço nas mãos. Para ele é primordial que o padre ser descoberto pelas pessoas. “Todos os homens, a começar por aquela pessoa que entra numa igreja, tem direito de se encontrar com um sacerdote. O serviço que oferecemos é tão essencial para a salvação que o ver-nos deve ser tangível e eficaz para permitir esse encontro”.

Deste modo, para o padre Michel o sacerdote é sacerdote 24 horas por dia. “O serviço deve ser permanente. Que pensaríamos de um marido que a caminho do escritório de manhã tirasse a aliança?”.

84Neste aspecto é muito insistente: “Quanto àqueles que dizem que o traje cria uma distância, é porque não conhecem o coração dos pobres para quem o que se vê diz mais do que o que se diz”.

Por último, lembra um pormenor relevante. Os regimes comunistas a primeira coisa que faziam era eliminar o traje eclesiástico sabendo a importância que tem para a comunicação da fé. “Isto deve fazer pensar a Igreja de França”, acrescenta.

No entanto, a sua missão não se realiza apenas no interior do templo. É uma personalidade conhecida em todo o bairro, também pelos muçulmanos. Toma o café da manhã nos cafés do bairro, aí conversa e com os fiéis e com pessoas que não praticam. Ele chama a isso a sua pequena capela. Assim conseguiu já que muitos vizinhos sejam agora assíduos da paróquia, e tenham convertido esta igreja de São Vicente de Paula numa paróquia totalmente ressuscitada.

Uma vida peculiar: cantor em cabarés A vida do padre Michel Marie foi agitada. Nasceu em 1959 e tem origem russa, italiana e da Córsega. Aos 13 anos perdeu a mãe, o que lhe causou uma “fractura devastadora” que o levou a unir-se ainda mais a Nossa Senhora.

Com um grande talento musical, apagou a perda da mãe com a música. Em 1977 depois de ter sido convidado a tocar no café Paris, de Montecarlo, mudou-se para a capital onde começou a sua carreira de compositor e cantor em cabarés. No entanto, o apelo de Deus foi mais forte e em 1988 entrou na ordem dominicana por devoção a S. Domingos. Esteve com eles quatro anos, e perante o fascínio por S. Maximiliano Kolbe passou pela ordem franciscana, onde permaneceu quatro anos.

Foi em 1999 quando foi ordenado sacerdote para a diocese de Marselha com quase quarenta anos. Além da música, que agora dedica a Deus, também é escritor de êxito, tendo publicado já seis livros, e ainda poeta.

Fonte: Site Comunidade Corpus Christi

Sem palmas na missa por favor!

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Olá caro leitores, eu como tinha prometido nas redes sociais estou preparando dois artigos um sobre as “Cruzadas” e outro sobre a “Teologia da Libertação” mas um assunto foi muito colocado esta semana em minhas mãos sobre a polêmica das palmas na santa missa; antes de qualquer coisa quero dizer que ao contrário do que eu faço rotineiramente eu procurarei neste artigo usar de reflexões não somente minhas, mas também de pessoas do clero, que darão mais credibilidade do que um simples “leigo” que sou, sempre baseio minhas reflexões nas sólidas doutrinas da Igreja, mas hoje deixarei escancarado isso, então espero que leiam e se aprofundem.

Sacralidade Histórica:

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A santa missa desde de o cristianismo primitivo, na teologia católica ela teve um único e específico sentido, que é reviver o sacrifício do calvário, nas palavras do mais renomado Biblista católico Scott Hahn: “Era a Eucaristia: a representação do sacrifício de Jesus Cristo, a refeição sacramental em que os Cristãos consumiam o corpo e o sangue de Jesus.” (Hahn, 2011. P 37), creio que até aqui não haja desavenças de opiniões, até porque se houver já estamos no âmbito da heresia, mas enfim, continuemos, sendo assim a igreja desde seus primórdios viu que se necessitava de uma certa “sacralidade” quando havia a eucaristia envolvido, afinal não era mero simbolismo, ou teatro mas sim o verdadeiro sacrifício de Jesus. A verdade é que os primeiros cristãos já tinha esta visão de que a eucaristia é sacrifício de Jesus, isto é um fato para os teólogos, é óbvio que cada um vivia a sacralidade que lhe era próprio de seu tempo, os primeiros cristãos não havia paramentos de ouro, nem vestes tecidas a linho nobre, pois eram perseguidos e não eram de poder aquisitivo elevado em sua maioria, mas havia o respeito único e primordial com o corpo de Cristo, é com certeza a contemplação algo típico dos primeiros cristãos, até por que os judeus em seus ritos previam regras quase que super-sacras, ao ponto de somente o sumo sacerdote ter contato com os “santo dos santos” prevendo um respeito divino para com os ritos. Chegando à idade média a Igreja se viu envolta de beleza, e presentes de reinos cristãos, presentes estes como ouro, terras, obras de artes e até catedrais feitas por reis em honra a suas devoções pessoais, através desta riqueza podendo assim elevar a eucaristia ainda mais ao nível de sagrado, agora adornando Jesus como um rei (Ap 1, 5), muito merecido dado as discrições do livro do apocalipse; para Scott Hahn e para a Igreja o apocalipse é a chave para compreensão da missa, e na missa vemos toda soberania descrita no apocalipse, Jesus como Rei, nossa Senhora como Rainha, os santos ao redor do cordeiro, os sete candelabros de ouro (Ap1, 12) até as vestes do sacerdote (Ap 1, 13).

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Você deve estar se perguntando mais o que tudo isso tem a ver com as palmas? Ora, tem tudo a ver, a missa tem dois princípios básicos quanto ao rito eucarístico, ela é o sacrifício de Jesus, e ela é solene pois representa o celeste, a céu na terra, ai vamos para o segundo tópico, sobre a essência da santa missa.

Missa e sua essência:

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A santa missa foi feita em para ser reflexiva e não festiva, foi feito para revivermos o dia do sacrifício, “0 mistério eucarístico disjunto da própria natureza sacrifical e sacramental deixa simplesmente de ser tal” (João Paulo II, 1980) este é o sentido mais intrínseco de sagrado e sacralidade Cristã, não supõe nem danças, palmas ou músicas que não contem melodias sacramentais, isto pode ser duro de ler para algumas pessoas, mas a essência da missa, não é festiva e sim reflexiva de alto grau de interioridade; diante da Cruz de Cristo ninguém mais bateu palmas a não ser os assassinos de Cristo.

Para dar mais credibilidade a minha fala, vamos ver o que Papa Bento XVI ainda como Cardeal Joseph Ratzinger disse:

“A dança não é uma forma de expressão cristã”. Já no século III, os círculos gnóstico-docéticos [portanto, uma Heresia!] tentaram introduzi-la na Liturgia. Eles consideravam a crucificação apenas como uma aparência: segundo eles, Cristo nunca abandonou o corpo, porque nunca chegou a encarnar antes da sua paixão; consequentemente, a dança podia ocupar o lugar da Liturgia da Cruz, tendo a cruz sido apenas uma aparência. As danças culturais das diversas religiões são orientadas de maneiras variadas – invocação, magia analógica, êxtase místico; porém, nenhuma dessas formas corresponde à orientação interior da Liturgia do “Sacrifício da Palavra”. É totalmente absurdo – na tentativa de tornar a Liturgia “mais atraente” – recorrer a espetáculos de pantomimas de dança – possivelmente com grupos profissionais – que, muitas vezes (e do ponto de vista do seu desígnio com razão), terminam em aplauso. Sempre que haja aplauso pelos atos humanos na Liturgia, é sinal de que a natureza se perdeu inteiramente, tendo sido substituída por diversão de gênero religioso. […] A Liturgia só pode atrair pessoas olhando para Deus e não para ela própria; deixando-O ingressar e agir.” (Ratzinger, 2010. P 146 – 147, grifos meus).

Influências negativas na compreensão de missa:

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A missa não suporta palmas, danças, shows, músicas, como solos de guitarras ou baterias de shows de rock ou ritmos profanos que sejam, ao passar do tempo pós concílio Vaticano II, tivemos uma grande influência pentecostal protestante nos movimentos carismáticos católicos, principalmente nas décadas de 70 à 90, em que não se previa tanto o uso reflexivo da razão para se amadurecer a fé, mas sim exaltar a emoção e por vezes até o extremo emocionalismo, e outra influência grande pós concilio Vaticano II foi o advento da teologia da libertação, também principalmente nas décadas de 70 à 90, que quis fazer da liturgia um convívio social destituído da hierarquia divina e trazer o transcendente para um mísero agir social imanente, ou um convívio de amigos que o que menos importava era a eucaristia como sendo o próprio Deus. Neste pano de fundo houve duas grandes deformações no campo eucarístico, a primeira foi a exaltação exacerbada da emoção e a quebra do silêncio reflexivo para se ter orações de cunho emotivas, muitas vezes tirando a atenção de Deus e colocando na forma de oração pentecostal; e a segunda deformação do espírito eucarístico provido pela Teologia da Libertação, foi o desprezo para com o sagrado, a queda do sentido de obediência e respeito para com a eucaristia e a liturgia, a destruição para com o seu significado  sacrificial singular para os católicos, a missa se tornou uma rotina superficial, ou encontros sociais, mas menos o comungar do Deus vivo e sacrificado no altar.

As palmas não são litúrgicas:

As palmas distraem, retira o momento solene de sacralidade e dispersa a atenção que deveria ser única e exclusiva a Deus para uma convenção social em massa (salva de palmas, ou danças). Bom, se você procura ser inteiramente fiel à Igreja e suas diretrizes, eis mais um motivo, o Missal não prevê palmas, logo se não prevê é porque não havia de se ter palmas na missa, o Missal é um “manual de missa” em que tudo que se refere à missa esta ali. Usando da lógica, se o que se vive no altar da santa missa é o sacrifício de Jesus, qual o sentido das palmas? Para quem quer argumentar que na missa africana existe a dança como algo previsto pelo Missal, o Cardeal Francis Arinze (Cardeal da Nigéria) fala sobre isso:

“As pessoas que estão discutindo dança litúrgica deveriam usar o seu tempo rezando o Rosário, ou (…) lendo um dos documentos do Papa sobre a Sagrada Eucaristia. Nós já temos problemas suficientes. Por que banalizar mais? Por que dessacralizar mais? Já não temos confusão suficiente?” (fonte, Grifos meus);

para finalizar as palavras de um Bispo brasileiro, Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, Bispo auxiliar de Niterói:

“Porque bater palmas é um gesto que dispersa e distrai das finalidades da missa gerando um clima emocional que faz passar a assembleia de povo sacerdotal orante à massa de torcedores, inviabilizando o recolhimento interior.” (fonte),

“Roma Locuta, Causa fina est” = “Roma falou, Caso encerrado” (Santo Agostinho), e ponto final.

Frase que marca:

“A liturgia não vive de surpresas simpáticas, de invenções cativantes, mas de repetições solenes. Não deve exprimir a atualidade e o seu efêmero, mas o mistério do Sagrado.” (Bento XVI, comentário a Carta Apostólica Domenica Caena)

Bibliografia:

HANH, Scott. O banquete do Cordeiro. 5º Edição. Edições Loyola: Ipiranga, SP

RATZINGER, Joseph. Introdução ao espírito da Liturgia. 3ª Edição. Paulinas: Prior Velho, Portugal.

Biblia Ave Maria, Edições de estudos. 3º Edição. Editora Ave Maria. São Paulo

PAULO II, João. Carta Apostólica Domenica Caena, 24/02/1980

http://ocatequista.com.br/archives/5571#sthash.QuKGAtCc.dpuf, acessado em: 31/05/2014.

, acessado em: 31/05/2014.

Autor: Pedro Henrique Alves

Revisora: Brenda Lorene

Para citar: ALVES, Pedro Henrique, “Sem palmas na missa por favor!”; <https://proecclesiacatholica.wordpress.com/2014/05/31/sem-palmas-na-missa-por-favor/>

Estruturas de uma Igreja Santa: Crise na Igreja, por que?

Introdução:

72A Igreja vive uma crise eclesiológica clara e perceptível a olho nu, há anos a Igreja era respeitada e venerada como o caminho seguro para a salvação, seus dogmas não eram encarados como perca de liberdade, pois a liberdade sempre esta no âmbito de escolher em ser ou não ser católico, seus sacramentos eram como pedaços do céu dado de graça por Deus através da Igreja, suas doutrinas eram sabedoria, uma sapiência transformada e divinizada pela Igreja. Mas o que houve? O que aconteceu? Por que a Igreja hoje é vista como um antro de hipocrisia e tradições antiquadas, uma instituição sem funções? Tenho bem certo em minha mente que sou muito limitado para dar uma resposta final para estas questões, mas nada me impede de tentar, faço deste artigo sequência de artigos sobre “Estruturas de uma Igreja santa” que visa explicar pontos importantes das bases da Igreja e de sua missão.
São dois os tópicos argumentativos que eu desenvolverei, leia-os atentamente e veja se isso não ocorre em sua paróquia.

Degradação teológica:
A Igreja Católica tem uma realidade histórica, ela é a única Igreja que tem uma sucessão direta do apóstolo Pedro, o primeiro papa (Mt 16, 18) até papa Francisco, no total 266 Papas guardaram o rebanho de Cristo durante estes dois mil anos de história eclesial, mas existe outra realidade, uma realidade teológica que alguns teólogos se fizeram de esquecidos sobre este assunto, a que a Igreja tem uma realidade mística, a realidade mais bela que pode existir na Igreja Romana, a que Cristo não somente fundou sobre Pedro, mas que se tornou verdadeiramente a própria Igreja, vemos isto comprovado em várias passagens bíblicas, (1Cor 12, 12); (Cl 1, 18); (Ef 5, 23); (Rm 12, 4-5), em Colossenses 1, 18 lemos: “Ele (Jesus) é a Cabeça do corpo que é a Igreja”, se Ele é a cabeça, logo ele é o corpo todo, a não ser que em uma realidade alternativa existam corpos em cabeças que não lhe pertencem, ou seja, quando pregamos a obediência à Igreja, pregamos não a obediência a uma instituição, ou uma ONG, ou seitas, mas sim uma obediência ao próprio Cristo, que por seu corpo une Igreja terrena e Igreja celeste. Isto esta sendo esvaziado por um egocentrismo enorme em que cada teólogo ou cada agente pastoral acha que é dono da Igreja e que seus desejos são ordens, para estes a Igreja não é mais 70que uma instituição empresarial ou uma cooperativa.
Esta verdade que Cristo é a própria Igreja é o que valida por exemplo os seus sacramentos, suas ordenações sacerdotais (afinal foi Cristo quem escolheu seus discípulos e apóstolos), dogmas e doutrinas, somente com a certeza de que é o próprio Cristo que nos ordena e exorta através da Igreja e seu magistério é que poderemos então confiar nossa obediência e submissão. Se Cristo não é a Igreja como é possível a Igreja oferecê-lo na eucaristia? Se não é Cristo a Igreja, como ela poderia batizar? Se não é Cristo a Igreja qual a valia de suas palavras e suas ações? Existe somente um Senhor ao qual pôr a nossa Confiança, e deste mesmo Senhor só podemos professar uma fé, um só batismo, uma só Igreja (Efésios 4, 5).

Degradação missionária:

A segunda realidade que parece estar esquecida pelos teólogos é a que a Igreja é antes lugar de refúgio espiritual e não social, porém a Igreja pode e deve sim interferir na política e deve mais ainda ajudar e promover causas sociais, em favor dos pobres, doentes e os menos favorecidos, não é à toa que é a maior instituição caritativa do mundo, (fonte: Conselho Pontifício –Cor Unum, organismo da Igreja encarregado de manter e promover obras caritativas no mundo todo). Porém sua função primordial é salvar as almas, livrar o rebanho das garras perniciosas do inimigo, não estou dizendo que a fome, a guerra, os maus tratos e agressões a desmoralização do ser humano não devam ser tratados pela Igreja, pelo contrário, mas digo que antes disso é obrigação 68primordial da Igreja (enquanto magistério) manter-se firme e fiel a Cristo, pois Jesus veio a terra para morrer na cruz e nos livrar do julgo do pecado, saciou a fome, mas libertou os endemoniados também, não negou seu corpo a dor pois sabia que a alma é o maior bem, afinal “que adianta alguém ganhar o mundo inteiro se perde a tua alma?” (Mc 8, 36) “do que adianta acabar com a sede de vinho sem acabar sede da água viva?” (João 4, 10) Do que adianta dar pão e negar o corpo de Cristo? Afinal um dia este mundo passará, a sede passará a fome passará.
A Igreja não existe para acabar com os problemas do mundo, mas para livrar o seu povo do mundanismo, Paulo em Romanos 12, 2 exorta que não devemos nos conformar com este mundo, isto é, não devemos ficar alheios aos problemas da humanidade, não devemos cruzar os braços e fingir que esta tudo bem, mas no mesmo versículo ele da a chave para mudar a realidade, “mas TRANSFORMAI-VOS, renovando vossa maneira de pensar e julgar, para que possais distinguir o que é da vontade de Deus,” isto é, se queres mudar a realidade social, mude antes a si mesmo, a maneira de pensar e julgar, e aí que a Igreja entra com seu papel, e neste âmbito interior e espiritual que a Igreja trabalha com maestria, e depois de santificarmos, tornar o mundo um lugar melhor é automático. Vemos esta realidade claramente nos mártires que não reclamaram em passar fome ou sede por conta de Cristo, mas antes de tudo sacrificou sua carne para salvar sua alma. E não é com trâmites políticos, ou jogatinas entre sistemas capitalista ou socialista que virá a salvação, mas sim através da evangelização e catequização correta. Sacie a fome sim, mas também de salvação. É nesta verdade que se apoia o Dogma “Fora da Igreja não há salvação”,  que é o mesmo que dizer “Fora de Cristo (Igreja) não há Salvação”.

Conclusão:

71Enfim, se os teólogos perderem estas duas dimensões eclesiológica a Igreja se reduzirá em uma reunião de congregantes, ou um bando de bobos vivendo um conto de fadas, e ela é mais que isso, ela é o próprio Cristo, simplificar os ritos, desmembrar a tradição e a autoridade magistral, ou até mesmo pregar abertamente contra seus ensinamentos, além de ser apostasia, é uma estratégia muito bem elaborada pelos inimigos da Igreja, principalmente pelos teólogos da libertação, que querem tornar a Igreja em um tubo de ensaio marxista, ninguém é obrigado a ser católico, mas se o é, respeite suas diretrizes sagradas, seus mandatários instituídos, e o seu líder terreno, o Santo Padre. Me parece ridículo tentar mudar seus ensinamentos, isto é possível em outras Igrejas, na Católica não, Cristo é o mesmo hoje, amanhã e sempre, respeita o tempo, e nos comunica com a linguagem atual, porém não muda sua essência. A Igreja não tem que se adequar, moldar ou se submeter a julgos de ninguém, se queres uma Igreja mutável é possível achar uma em cada esquina, com nome e doutrinas a suas escolhas. Mas se queres seguir um Deus dentro de sua casa, será debaixo de suas leis, através de seus escolhidos; o termo obediência não suprime ninguém, afinal colocar cercas no limite do penhasco não é tirar a liberdade, afinal se quiseres você pula a cerca, mas é dizer que além daquele limite existem perigos. Basta escolher, ser obediente a Cristo através da Igreja, ou ser obediente ao seu ego através de seus achismos.

Autor: Pedro Henrique Alves
Revisora: Brenda Lorene

Para citar: ALVES, Pedro Henrique, Estruturas de uma Igreja Santa: Crise na Igreja, por que? acesso em: https://proecclesiacatholica.wordpress.com/2014/04/20/estruturas-de-…igreja-por-que/